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Tratado Sobre as Leis de Deus

“Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus”. Mateus 22:29

“Examinai tudo e retende o que é bom”. O Evangelho, em I Tessalonicenses 5:21.

O fim da lei é Cristo? (Romanos 10:4). Não no sentido da anulação das leis! Veja por quê.

Sendo você um cristão, mesmo que não saiba ou possa negar é um felizardo, pois por essa mensagem vai ter a chance de tomar conhecimento de verdades bíblicas que a maioria pastoral cristã tenta esconder para não ter de colocar suas doutrinas ou tradições em xeque, quando comparadas, de fato e sem farisaísmo, com a Bíblia, com a Palavra de Deus Escrita!

Mostraremos aqui, com todo o critério, lisura e cuidado possível, detalhadamente, às vezes com repetições necessárias, com textos enriquecidos, seguidos de preceitos buscados exclusivamente na Palavra Escrita de Deus, na excelente versão Ferreira de Almeida, de modo que ninguém em sã consciência pode negar a total e absoluta impossibilidade de um Deus que nunca muda, tivesse mudado, no Evangelho, a ponto de permitir que suas Dez Leis cravadas nas Rochas ao fogo de seu olhar pudesse ter sido apagadas a partir de Jesus (ou mesmo um só caractere delas todas), pois se isso pudesse ter acontecido, outras determinações bíblicas poderiam ser, também, contestadas e o homem descrente e confuso ficaria perdido nas Trevas que o mesmo Jesus veio para trocá-las pela Luz.

“O sábado foi estabelecido por causa do homem…” Jesus, no Evangelho, em Marcos 2:28.

Tratado Sobre as Leis de Deus.

(Inclui uma breve história das Raízes da Igreja).

“Porém, confesso-te, segundo o Caminho, o qual chamam de seita, assim sirvo ao Deus de meus pais, acreditando em todas as coisas que estejam de acordo com a Lei nos Escritos dos profetas, tendo a minha esperança em Deus”. A Verdade da Lei, em Atos dos Apóstolos 24:14.

“A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”.Catecismo católico, Edição 2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962.

Este presente trabalho é destinado às pessoas que entendem que a Palavra de Deus Escrita é a Única Fonte da Verdade, a única totalmente confiável, e que por isso mesmo tem de ter absoluta preponderância e autoridade divina sobre todas as doutrinas e tradições cristãs.

Eu, membro da Igreja Batista do Sétimo Dia, afirmo que o objetivo desse trabalho é o de mostrar, claramente, com critério, com esmero e com todo o cuidado possível, sempre e unicamente segundo as Escrituras, segundo o Evangelho, segundo as profecias do Apocalipse capítulo 13, onde revela que Satanás conseguiu, finalmente, vencer os santos vivos do Evangelho, os quais, através dos séculos, devagar, mas progressivamente, como sempre age, foram induzidos por ele a praticar um gigantesco erro perante Deus por quase todos os seguimentos cristãos. E o pior disso tudo é que boa parte deles nem se dá conta disso.

Foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e vencê-los. Apocalipse 13:7.

Segundo as Escrituras, a importância que o Senhor Deus atribuiu ao Decálogo foi tão extensa, grandiosa, sublime, marcante, extraordinária que, diferente de seus procedimentos anteriores quando ordenava seus profetas a escreverem suas palavras para a posteridade, desta vez ele fez questão de escrever, pessoalmente, também para a posteridade, nos altos de um monte (Êxodo19:18), num espetáculo indescritível, não nos papiros que se dissolvem, mas com o fogo de seu olhar, com palavras cravadas, fundidas profundamente em rochas sólidas para que nunca se apagassem, todas as suas leis, uma a uma, regulamentos resumidos, mas absolutamente perfeitos e suficientes para nortear o homem em suas ações, concedendo à Humanidade a grande e maravilhosa chance de viver sem problemas, sem tribulações, pois se todos obedecessem a todas as leis do Decálogo, os seres humanos estariam a viver num mundo de sonhos: todos se respeitariam, não haveria criminosos, nem a necessidade de grades, de trancas, de polícia, de exércitos armados e de qualquer tipo de armas e artefatos feitos para conflitos ou guerras, o mundo seria muito mais saudável, não haveria pobres muito pobres, como também o Senhor Deus seria muito mais honrado e glorificado e a paz sobreviria sobre a Terra inteira.

Mas, mesmo com tudo isso, uma corrente de despreparados “ensinadores” pretendem “lixar” os mandamentos das Rochas das Leis de Deus, e outra corrente pelo menos um deles: o Quarto Mandamento, o do Sétimo Dia, o Dia bíblico do Senhor. Mas o Evangelho revela uma Verdade diferente desses “pastoreadores”, pois abaixo mostramos exemplos inegáveis que revelam – exatamente para nos dar o exemplo – ostensiva e inequivocamente, Jesus santificando os sábados, a sua Igreja santificando os sábados e até o apóstolo Paulo, décadas após a ressurreição de Jesus, levando toda a sua Igreja a louvar aos sábados e jamais aos domingos, o que derrota completamente os argumentos dos fariseus de hoje e suas doutrinas contra o Sétimo Dia, que foi instituído na Criação para a Humanidade (Gênesis 2:2-3) que para não deixar dúvidas quanto à real importância divina, é o único Mandamento nomeado pelo Criador como Santo, Solene e Bendito e ainda como um Sinal, como um elo iluminado de ligação entre Ele e o homem, para que saibamos que o Senhor é o nosso Deus:

“Santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o SENHOR, vosso Deus”. Ezequiel 20:20.

Jesus legitimou o sábado também no Evangelho. Se ele regeu, não há como ser diferente:

“O sábado foi estabelecido por causa do homem…” Jesus, em Marcos 2:28.

Inicialmente, vejamos apenas uma parte dos exemplos citados acima: a Igreja dos tempos de Paulo, décadas após a ressurreição Jesus, coerentemente santificando os sábados do Senhor:

“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentado-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.

Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja…”. Atos 13:41 – 44.

Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto que reuniu quase toda a cidade cristã para louvar no sábado. A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável:

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11

“Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus”. Jesus, emMateus 5:18-19, promulgando novamente o Decálogo de Deus também no Evangelho.

“E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos”. Êxodo 20:6

Integrante da Igreja Batista do Sétimo Dia (http://www.ib7.org/), sempre resoluto em defender a Verdade de Deus, original, sem cortes e sem modificações, desta vez por conta das contradições e desconhecimento a respeito das leis por boa parte dos cristãos, o que resulta em grande confusão, resolvi elaborar esse Tratado sobre as Leis de Deus, por sinal sério, cuidadoso, objetivo, completo e muito elucidativo.

Todas as colocações bíblicas aqui inseridas que legitimam meus argumentos foram copiadas da tradução original de João Ferreira de Almeida, aliás, excelente! Ela é aceita pelos pastores evangélicos e respeitada pelos outros seguimentos cristãos. https://www.bibliaonline.com.br

Por que tanta preocupação e zelo em defender o Sábado Santo do Senhor Deus? Ora, por que é certo que assim como os ortodoxos no Cisma, também os protestantes na Reforma embarcaram na canoa furada do domingo, instituído pelo papado romano do engano satânico que adulterou, em suas doutrinas, o Quarto Mandamento, instituído pelo Criador na Fundação do Universo, como veremos abaixo com suficientes provas bíblicas imunes a qualquer contestação honesta.

Os evangélicos e seus pastores sempre acusaram o clero católico de praticar a idolatria iconolátrica ao corromper, em sua doutrina, o Segundo Mandamento do Decálogo que proíbe a fabricação e culto às imagens e às figuras das coisas do Céu e da Terra, mas, estranhamente, as congregações evangélicas (quase todas) agem da mesma forma e com a mesma culpa adulterando, também, em sua doutrina, o Decálogo em um dos mandamentos mais amados de Deus (como veremos) e, para tentar legitimar o tal domingo como “substituto” do sábado, ardilosamente, distorcem o Evangelho fazendo de tudo o que podem e mais um pouco ainda para que a Palavra Escrita tente adaptar-se à sua doutrina do domingo. Assim agem, também, católicos e ortodoxos -, também fugindo da Verdade bíblica! O Clero reconhece sua culpa na exclusão do sábado ao impor sua insólita doutrina:

“A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”.Catecismo católico, Edição2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962.

Detalhes suficientes com fontes históricas ao final desse escrito.

O Evangelho nos alerta sobre o surgimento de falsos profetas que hoje cauterizaram e anestesiaram a sua consciência para dar ouvidos a enganadores, citando como exemplo o caso no sábado trocado pelo domingo, feito satânico do papado:

“Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência”. Timóteo 4:1.

Quem julgar conveniente contestar esses meus escritos, tem todo o direito e deve fazê-lo, e eu declaro que responderei a todas as possíveis considerações a favor ou contra, desde que aquele que se prestar a fazer isso tenha lido esse Tratado até o final.

Desde 1999, tenho me correspondido com clérigos e mais assiduamente com pastores evangélicos e outros religiosos e, muitos deles bateram o pé afirmando que o Concerto, as leis do Decálogo foram promulgadas apenas aos israelitas e que os cristãos vivem apenas pela Graça do Jesus da liberdade, o mesmo Jesus que teria pregado as leis na cruz – segundo uma parte deles -, interpretando equivocadamente Colossenses 2:14, como veremos. Mediante afirmações tão inconsistentes e que demonstram acentuado desconhecimento bíblico, e muitas outras mais que atentam contra as Leis imutáveis do Senhor Deus e contra seus desígnios também imutáveis, bem claros e fáceis de entender nas Escrituras, como veremos, descontente com tudo isso resolvi elaborar esse Trabalho.

Muito se tem discutido sobre leis, sobre a validade das leis, sobre a escravidão sob as leis, sobre a liberdade das leis com respeito ao Evangelho, sobre a Graça de Jesus que teria anulado as leis, ou quanto às leis do Decálogo que teriam sido promulgadas exclusivamente aos israelitas, que por tudo isso acaba por confundir o cristão. Quando a isso, tenho visto severas agressões aos desígnios de Deus com respeito às suas leis por parte de pastores evangélicos, católicos e ortodoxos, sendo que esses dois últimos seguimentos corromperam, gravemente, em suas doutrinas, as duas principais Leis de Deus, como veremos abaixo.

Ainda quanto aos evangélicos, se os pastores (uma parte deles) aceitam as Leis de Deus, o Decálogo, valendo também no Evangelho, estranhamente, com alta gravidade, temerariamente, por sua conta e alto risco, tiveram a audácia herética de excluir em suas doutrinas um dos principais Mandamentos de Deus, o único Mandamento denominado por ele mesmo como Santo, Solene e Abençoado, repetindo: criado ainda na Fundação do Mundo, não só para os israelitas, como veremos, mas para toda carne (Gênesis 9:15) e o único Mandamento escolhido por Deus como um SINAL entre ele e a sua Criação (Ezequiel 20:20), pois sabemos que tudo o que Deus criou, tanto o Universo quanto as leis não visaram somente o primeiro casal, nem apenas os hebreus israelitas, o antigo povo de Deus, é claro, mas sempre a Humanidade como está provado abaixo.

É sobre isso tudo que trataremos aqui, detalhadamente, do modo mais completo possível para poucas páginas, às vezes com necessárias repetições, mas com todo critério, lisura e seriedade possível e sempre fundamentado completamente nas Escrituras, não há como negar com honestidade.

Em primeiro lugar, afirmo que qualquer homem verdadeiramente sábio, ou simplesmente sensato, tem a plena consciência de que nada funciona sem leis. Nem mesmo o Universo inteiro, o nosso corpo, os átomos ou a nossa Natureza funcionariam sem leis, sem as diretrizes pré-estabelecidas pelo Criador.

Três séculos antes de Jesus, o famoso matemático Euclides já afirmava: “As leis da Natureza não passam de raciocínios matemáticos de Deus”. Até os minúsculos átomos obedecem a leis pré-estabelecidas. A lei da gravidade é fantástica!

Por tudo isso, quanto à ausência das leis do Decálogo no Evangelho – como querem alguns seguimentos evangélicos -, imagine a impossibilidade de um Juiz estar a julgar um réu sem os códigos da lei civil. Da mesma forma, um promotor de justiça não conseguirá montar acusações contra um homem sem ter como fundamentos os livros da lei. Também no Julgamento Final, no Grande Dia de Jesus, não será possível ao Senhor Deus, segundo seus desígnios e sua Justiça, estar a acusar ou a condenar qualquer ímpio sem que antes tivesse promulgado e propagado, de modo claro e objetivo, leis a ele.

Por isso mesmo, o Espírito Santo de Deus, na sua Sabedoria, manteve (como veremos) as Dez Leis de Deus escritas, não nos papiros que se dissolvem, mas fundidas nas rochas sólidas para que nunca se apagassem, para que jamais pudessem ser adulteradas dentro da Verdade e, também, como claros fundamentos do Evangelho até a Consumação dos Séculos, no Grande Julgamento, principalmente para regular as relações do homem com Deus e do homem com os semelhantes, tal como se apresenta nos dois mandamentos de Jesus, um inteligente resumo das Dez Leis, como veremos.

As leis foram promulgadas pelo Criador a favor da Humanidade para serem obedecidas como parte importante dos merecimentos para a salvação na Eternidade – pois apesar da misericórdia de Jesus, no Julgamento Final será ele quem nos julgará e, segundo ele mesmo, no Evangelho, só se salvará quem fizer por merecer -, mas, pela autonomia de procedimentos com que foram criados anjos e homens, cada um tem a plena liberdade de escolher, por sua própria conta e risco, pela obediência a Deus ou não. Lúcifer e seus anjos, como também Adão e Eva optaram pela desobediência e deu no que deu. O povo israelita na maior parte do tempo viveu a desobediência freqüente e, perdendo a proteção do Senhor Deus, 11 das 12 tribos foram extintas.

“E deu-lhe o poder de exercer o juízo, porque é o Filho do homem”. Jesus, o Juiz. João 5:27.

Notem a completa sapiência de Deus: Antes do Grandioso Evento Monte Sinai, o Senhor Deus falava ao povo por meio de seus profetas e ordenava-os a escrever:

“Disse mais o Senhor a Moisés: Escreve estas palavras; porque conforme ao teor destas palavras tenho feito aliança contigo e com Israel”. Êxodo 34:27

“Toma o rolo de um livro, e escreve nele todas as palavras que te tenho falado de Israel, e de Judá…”. Jeremias 36:2.

“Vai, pois, escreve isto numa tabuinha perante eles; escreve-o num livro, para que fique registrado para os dias vindouros, para sempre, perpetuamente”. Isaías 30:8.

Atente-se a isso: Se o Senhor Deus perpetuou os escritos dos profetas, imagine, então, a importância gigantesca do que ele escreveu pessoalmente! Deus Escreveu nas primeiras lápides das rochas das leis (que foram quebradas), como também na segunda versão. (Deuter. cap 10)

De tanta importância que o Senhor Deus atribuiu ao Decálogo, ele escreveu, pessoalmente, com fogo de seu olhar, cravando, fundindo profundamente as palavras nas rochas para que nunca se apagassem, todas as leis, uma a uma, regulamentos resumidos, mas absolutamente perfeitos e suficientes para nortear o homem em suas ações, concedendo a ele a grande e maravilhosa chance de viver sem problemas e sem tribulações como está colocado no início desse Tratado!

Vejamos a sabedoria de Jesus: apesar de ter citado por várias vezes leis do Decálogo, consolidando as 10 leis também no Evangelho, ele condicionou todas elas resumindo-as na Lei do Amor, pois quem tem amor verdadeiro pelo Senhor e pelos semelhantes, com naturalidade viverá a observar todas as leis, provando assim que o amor é tudo:

“Amarás ao teu Deus de todo o teu coração, com toda a tua alma e com todo o teu entendimento. Este é o grande e Primeiro Mandamento. O segundo é semelhante a este: Amarás a teu próximo como a ti mesmo. Destes dois Mandamentos dependem toda a Lei e os profetas”. Mateus 22:36 – 40.

Para entender bem o preceito acima é necessário observar o complemento, em negrito, muito elucidativo – por isso mesmo ignorado convenientemente por aqueles contrários às leis de Deus -, pois mesmo no resumo do Decálogo por Jesus mais uma vez ele legitima todas as Dez Leis e não há quem possa contestar tal Verdade sem ingressar no farisaísmo. É claro que toda a lei e os profetas se refere ao Decálogo que tem completamente tudo a ver com o Amor ao Senhor e ao semelhante. Todos os Mandamentos de Deus são fundamentados no Amor e tem gente que quer a exclusão deles.

No resumo das leis acima, Jesus dividiu em dois grupos os Mandamentos do Decálogo: O primeiro grupo, formado pelos quatro primeiros Mandamentos, se refere ao Amor a Deus e às relações que deve ter a Humanidade para com ele, e o segundo, formado pelos restantes seis Mandamentos se refere ao Amor e às relações entre os semelhantes, como Deus deseja.

Como Jesus Cristo teria abolido as leis, “nos livrando delas” – como querem alguns -, se ele atesta, solenemente, sem nenhuma possibilidade de qualquer refutação honesta, a existência de suas duas leis, as leis do Amor, às quais as demais leis (do Decálogo) têm de estar sujeitas a elas, é claro, como está incluído nessa revelação?

A Palavra Escrita nos revela que pela lei seremos julgados (Romanos 2:12). Mas que leis são essas? Veremos…

Como citei, está bem claro, no Evangelho, que Jesus repetiu, por mais de uma vez, algumas das Dez Leis provando que estava legitimando perfeitamente o Decálogo, mas a despeito dessa Verdade, alguns seguimentos evangélicos entendem, erradamente, que ao ditar as duas leis do Amor, Jesus Cristo estaria eliminando o Decálogo no Evangelho a favor da Graça e de uma “Liberdade” sem leis (impossível). Grande tolice e infeliz conclusão, pois o Filho de Deus nada mais fez do que resumir todas as Dez Leis na Lei do Amor, e resumir não é excluir, pois quem ama de fato ao Senhor Deus vai procurar obedecer aos seus Mandamentos como ele nos ordenou, não vai honrar outros deuses, não vai fabricar nem usar estátuas e estatuetas na religião; não vai usar o Santo Nome de Deus em vão, não vai desrespeitar o seu Quarto Mandamento, o do Sábado Santo; da mesma forma quem ama verdadeiramente o seu semelhante não vai matá-lo, não vai roubar nada dele, não vai adulterar, não vai invejar os bens ou a mulher do semelhante e por aí afora. Essa é a Lei do Amor, a mesma de I Coríntios, 13:13, que segundo ali Está Escrito vale mais do que a fé!

“Então, Pedro e os demais apóstolos afirmaram: Antes, importa obedecer aos homens ou a Deus?”. Atos 5:29. Ora, como se poderia obedecer a Deus se não houvesse Mandamentos, as leis, se Cristo as tivesse abolido como querem os fariseus modernos? Que confusão estão fazendo com o Evangelho Imutável de Jesus! Tentam, mesmo inutilmente, adaptar a Bíblia às suas doutrinas quando tem de ser exatamente o contrário! É ou não é?

Por isso mesmo, o Espírito Santo de Deus nos revelou, através do apóstolo Paulo, que sem leis não há como se reconhecer o pecado (Romanos 7:7) e que as leis do Deus Eterno foram promulgadas a todas as nações, a cada uma delas em seu tempo, para cumprimento e obediência irrestrita como parte na busca da salvação na Eternidade (Romanos 16:25, abaixo colocado). Portanto, segundo as Escrituras, as leis são perpétuas, todas elas, até a Consumação dos Séculos, queiram ou não queiram os fariseus de hoje ou quem quer que seja. Fora disso, qualquer tentativa de abolição das Leis de Deus no Evangelho ou mesmo de uma só letra delas todas, trata-se de desconhecimento bíblico, farisaísmo, hipocrisia ou teimosia crônica.

Num exame profundo da Palavra de Deus Escrita, notamos que a nossa salvação na Eternidade tem de passar primeiramente pela obediência às Leis de Deus e a Jesus (Obediência e Amor, mas o amor completo que faz agir pelo semelhante). Segundo a revelação abaixo, os escolhidos serão aqueles que obedeceram aos Mandamentos do Decálogo e viveram a religião da Graça de Jesus, e não apenas aqueles que simplesmente o reconheceram como o Senhor:

“Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os Mandamentos de Deus e a fé em Jesus”. Apocalipse 14:12. O que realmente significa a Graça de Jesus veremos a seguir.

Mas por que o apóstolo Paulo, que reconhecidamente falava pelo Espírito Santo de Deus, ora criticava duramente as leis, abominando-as radicalmente e, paradoxalmente, ora exaltava-as sobremaneira, colocando-as como claros fundamentos do Evangelho, necessárias para a salvação se observadas e ainda se declarou escravo dessas leis? Paulo falava das mesmas leis – como querem os pastores evangélicos em geral – ou de leis diferentes? Das mesmas leis é absolutamente impossível, pois tal contradição seria altamente danosa à Palavra Escrita de Deus, e é exatamente isso que veremos a seguir, com todas as colocações absolutamente fundamentadas nas Escrituras, no Evangelho. Por isso tudo, é certo que há dois grupos de leis, assim também como há dois grupos de obras. Com certeza a resposta sobre a correta identificação desses grupos virá a seguir.

O que significa, realmente, segundo as Escrituras o termo “O fim da lei é Cristo”, que por ele muitos pastores evangélicos tentam legitimar o fim das leis? (impossível!) Veremos a seguir.

Poderia Jesus ter anulado as leis do Decálogo, contrariando um Deus Pai que nunca muda em suas promulgações à Humanidade, segundo I Carta de Pedro 1:24 e em Isaías 40:7- 8?

Como pretendem alguns, como Jesus poderia ter “lixado” as leis das Rochas de Deus Pai, ou apenas uma só delas, que foram decretadas solenemente, no maior evento da Terra depois de Gênesis (evidentemente deixando-se à parte o nascimento e a morte de Jesus Cristo), ou mesmo uma só vírgula delas todas se ele, o Criador, promulgou-as à Humanidade num cerimonial incrivelmente suntuoso, exuberante, deslumbrante, magnificente, surpreendente, grandioso, altamente espetacular, assustador e até mesmo aterrador (pois raios e trovões pipocavam sobre o Monte que tremia fortemente, envolvido em fogo, sob altíssimo som das trombetas angelicais), que durou várias semanas sem interrupção?

“Todo o Monte Sinai fumegava, pois o Senhor havia descido sobre ele em fogo. A fumaça subia como fumaça de uma fornalha, e todo o Monte tremia muito. Enquanto o som das trombetas aumentava cada vez mais, Moisés falava ao Senhor e ele respondia por meio de um trovão”. Êxodo 19:18 – 19.

Qual o objetivo divino da magnífica exibição desse grandioso evento, senão o de chamar, de modo ostensivo, a atenção da Humanidade (pois Está Escrito que Deus não faz distinção de pessoas ou de raças, cujos preceitos afins estão a seguir) para a imensa importância da obediência fiel aos Dez Mandamentos instituídos, promulgados e propagados de forma escrita nas rochas, nos altos do Monte Sinai?

O que significa, no Evangelho, os termos: libertos nós fomos das leis ou que as leis são malditas? Veremos abaixo respondidas essa e todas as próximas questões, sempre segundo as Escrituras.

O que significam as colocações em Lucas 16:16, onde está revelado que as leis só vigoraram até João (Batista) e que leis foram essas? É muito importante inteirar-se sobre essas leis para bem entender porque o apóstolo Paulo ora falava mal das leis e ora as elegia como absolutamente necessárias para obediência como parte dos merecimentos para a salvação.

Qual o significado bíblico de Colossenses 2:14, onde Está Escrito que Jesus nos libertou das leis que eram contra nós e, por isso mesmo, pregou-as na cruz com ele? Que leis são essas?

Qual o significado correto de Colossenses 2:16, pelo qual aparenta que o apóstolo Paulo está abominando os benditos sábados do Senhor Deus? Veremos…

A que tipo de obras Paulo se referia quando abominava algumas e a outras consagrava?

Se as Leis de Deus Pai pudessem ter sido extintas no Evangelho da Graça, ou mesmo uma só delas, por que Jesus nos revela, em João 15:10, que ele, o Cristo de Deus guarda os Mandamentos do Pai (que são Dez) e nos exorta a imitá-lo, pois não pode haver amor ao Filho sem a obediência aos Mandamentos do Pai Eterno, que são 10?

Se Jesus Cristo tivesse “nos libertado das leis”, mesmo que fosse apenas de uma ou de duas delas todas (impossível), por que, então, o Espírito Santo de Deus, que falava por Paulo, asseverou, fortemente, que os Mandamentos de Deus Eterno, no Decálogo, foram promulgados a todas as nações para obediência irrestrita na busca da Salvação na Eternidade, certamente para quem a deseja verdadeiramente (Romanos 16:25)? Certamente todas as nações inclui também a nossa! Por isso, os pastores que levam e aceitam os seus fiéis a desrespeitarem o Quarto Mandamento a favor do domingo, agridem, de forma grave, o Evangelho, o cristianismo verdadeiro que prima pela obediência a Deus e a Jesus É ou não é? Muito pior que errar é ensinar errado com fazem pastores, clérigos e anciãos; Para o Senhor Deus o que vale imensamente mais: a sua Palavra Imutável ou as doutrinas e tradições dos homens?

Se as leis do Pai Eterno pudessem ter sido “anuladas” por Jesus ou mesmo uma só delas, por que ele, o Cristo de Deus, no capítulo 10 de Marcos, respondeu ao Jovem Rico que para que esse se salvasse, como primeira condição de duas, teria de guardar as Leis de Deus (o Decálogo) e depois, sim, ainda teria de complementar os merecimentos para a salvação praticando o verdadeiro amor ao semelhante que leva à ação (a Graça do Amor de Jesus) e, para isso, necessariamente, teria de tirar de si o peso nocivo do ouro dividindo toda a sua fortuna com os necessitados? Certamente entendemos que, ao desfazer-se de sua fortuna, o jovem rico poderia conservar pelo menos o suficiente para viver dignamente.

No Evangelho, Jesus revelou, com objetividade, a todos os cristãos, sem possibilidade alguma de dupla interpretação, que é quase impossível a um rico entrar no Reino de Deus (Mateus 19:16), pois quase todos eles amam e apegam-se tenazmente às coisas do mundo, à sua fortuna, ao poder mais que ao Senhor Deus e, tal como um Tio Patinhas, com usura, retendo-a, buscando aumentá-la cada vez mais, naturalmente acabam por esquivar-se da distribuição de rendas, diretamente fomentando a miséria, a fome aguda e a fome mortal.

Porque a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro. O Evangelho emTimóteo 6:9.

Por que os pastores evangélicos, em chavões pré-elaborados, fazem alusões nocivas aos que procuram guardar todos os Mandamentos de Deus, chamando-os de reles legalistas e até de integrantes de seitas, sendo que Jesus mostrou-se também real legalista, tanto nos ensinos quanto nos seus exemplos dirigidos à Humanidade, os quais desmentem as doutrinas “bíblicas” de católicos, ortodoxos e também dos evangélicos em sua maioria, como veremos claramente e de modo irrefutável (se honestamente) colocados abaixo?

Se os evangélicos, em parte maior (pois as doutrinas das congregações não são uniformes), aceitam nove dos Dez Mandamentos de Deus só fugindo do sábado, por que, então, eles não se julgam também legalistas? Ora, será que legalistas são somente os que guardam o Sétimo Dia? Dois pesos e duas medidas! Na verdade de Deus, está claro que ser legalista é uma bênção, desde que haja obediência fiel às suas Leis, sempre na medida do possível!

Por que os pastores evangélicos, apoiando-se nas “contradições” de Paulo, estão sempre a apregoar que pelas obras não seremos salvos, mas apenas pela fé, se as Escrituras revelam que a fé sem os atos das obras de caridade torna-se inválida, ineficiente, insípida, oca, inútil e completamente nula o que invalida a salvação? (Tiago 2:14 e 2:17 / Mateus, 25:31 – 44 / Lucas 10:30 – 37).

Segundo o Livro da Revelação, nós seremos salvos na Eternidade segundo a obediência ao Senhor Deus e segundo o Amor de Jesus pelo qual as obras a favor do semelhante têm valor descomunal. Se faltar registros de obras de caridade no Livro da Vida (da sua vida) não haverá salvação e o destino poderá ser o Lago de Fogo:

“E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras”. Apocalipse 20:12

Estudando-se os livros escritos pelo apóstolo Paulo, principalmente na Carta aos Gálatas, notamos que quando ele abominava as obras, tais obras eram as da carne, várias ordenanças israelitas antigas que realmente escravizavam, sendo que três delas consistiam em sacrifícios diários de animais nos templos, na circuncisão carnal e na lei da morte, que por isso mesmo não tiveram lugar no Evangelho. Nada a ver com as obras do amor de caridade para com o semelhante, absolutamente necessárias para a salvação, segundo Está Escrito e mostrado aqui como mais importante que a fé. Mas os pastores evangélicos, em geral, apóiam-se apenas na fé sem obras, o que pela Verdade de Deus agride violentamente a Religião do Amor do Jesus da Graça.

Além dos preceitos citados sobre o valor imenso da prática do amor da caridade (obras), todas as Sete Cartas às Igrejas da Ásia, no Apocalipse, citam o essencial valor das obras, das obras do Amor onde e caridade, principalmente a da divisão de bens, tem suma importância e têm de estar perfeitamente integradas na difícil busca da salvação celeste, como veremos abaixo. A obediência, a fé e as obras de caridade têm de estar perfeitamente interligadas e integradas na vida dos verdadeiros cristãos de Jesus! Sem as obras de caridade o cristianismo verdadeiro não existiria, mesmo porque, o que mais Jesus fez na Terra foram OBRAS e exatamente por elas deu a sua vida por seus amigos, como assim ele mesmo afirmou:

“Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos”. Jesus, em João 15:13

Estudando-se as Cartas de Paulo, principalmente a de Gálatas, é fácil perceber que quando ele citava obras como nocivas, essas consistiam nas obras antigas, nas leis antigas de Levítico que só valeram até João. Uma das principais obras citadas consistia nos sacrifícios diários de animais nos templos e na aspersão do sangue deles nos presentes para o “perdão dos pecados”, miríades da tradição israelita que só valeram até a vinda de Jesus. Nada a ver com as obras do Amor, tão apreciadas e incentivadas pelo Senhor, exatamente por amor a nós! Ou será que um dito cristão terá a coragem de apontar as 10 leis do Pai Eterno (ou uma só delas) como nocivas?

Será que alguém tem peito para apontar as 10 leis do Decálogo, ou apenas uma delas que tenha elementos nocivos que escravizam a Humanidade?

“Não penseis que vim para revogar as leis, mas para cumprir”. “Passarão os Céus e a Terra antes que das leis possa retirar-se um só til”. Jesus, em Mateus, 5.17 perpetuando as leis.

Como os fariseus contrários ao Decálogo de Deus poderiam explicar um Jesus promulgando e propagando-o novamente ao reger que os Céus e a Terra poderão ser destruídos antes que das leis se consiga retirar até mesmo um simples caractere e, logo depois, incrivelmente – só na cabeça tola deles -, esse mesmo Jesus, também imutável, teria “anulado” essas leis do Decálogo (ou até mesmo uma só delas), “pregando-as na cruz como ele?” Que história mais contraditória, tola, sem nexo e até mesmo ridícula, pois tenta desmentir o Senhor Deus!

Sabendo-se que o Senhor Deus extinguiu 11 das 12 tribos de Israel, seu povo, por causa das reiteradas e constantes transgressões causadas pelas repetidas desobediências às suas leis, segundo os profetas e, como Está Escrito que Deus nunca muda em suas promulgações à Humanidade, principalmente a oficialização do Decálogo nos altos do Monte Sinai, as Dez Leis cravadas nas rochas, então, como poderia esse mesmo Deus “ter mudado de idéia” e, “numa frivolidade gigantesca” (impossível), ter permitido riscar das Rochas das Leis as suas promulgações, ou mesmo uma só delas, “libertando” a Humanidade cristã das leis, deixando-a no escuro, assim como ensinam falsamente a maior parte dos pastores evangélicos? O Senhor só preservou a tribo de Judá porque necessariamente o Messias teria de nascer israelita.

Se os homens já pecam com leis, imagine-os livres delas. Conhecendo-se a natureza humana, os homens sem leis, sem responsabilidades, fariam do mundo um caos civil e religioso.

Vamos a uma prova concreta de que Deus nunca muda em suas promulgações? Em Gênesis 3:16 -17, o Criador dita tribulações e transtornos ao homem, à mulher e à descendência deles por causa da desobediência e da alta transgressão por pretenderem ser iguais ao Criador, mas mesmo com a vinda do Jesus do Amor, da Misericórdia, do Perdão, da Tolerância, da Liberdade e da Graça, um Jesus que se compadecia, que chorava e se comovia pelos injustiçados e que deu sua vida em sofrimento para nossa redenção, Deus Pai não moveu uma só palha para pelo menos amainar a dor do parto. Sabe por quê? Porque Palavra de Rei não volta atrás. Na sua perfeição, segundo as Escrituras, é impossível a Deus se desdizer! Nem que seja apenas por isso, as Dez Leis foram perpetuadas pelo Senhor até o Grande Dia da Volta de Jesus!

Segundo seus desígnios, o Senhor Deus não pode anular um til de suas promulgações. Isso está atestado por Jesus, abaixo colocado. Por isso mesmo, se o Senhor Deus tivesse alterado o Decálogo no Evangelho, em um só caractere, ele seria imperfeito. Poderia o Senhor Deus ser imperfeito? Não sendo possível explicar ao homem a indescritível extensão de toda a sua Grandiosidade, o Senhor resumiu tudo em apenas cinco palavras:

“E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU”. Êxodo 3:14

Repetindo, pela alta importância: O Senhor Deus nunca mudou e jamais mudará um só til em suas promulgações cravadas nas Rochas para obediência pela Humanidade. Então, comparando, julgar que ele teria se tornado um contraditório modificando suas promulgações dirigidas ao ser humano no Evangelho é alto desrespeito a ele e puro farisaísmo.

Poderia esse mesmo Deus, absolutamente Perfeito sob todos os aspectos, é claro, cuja Palavra permanece eternamente, solenemente promulgar leis ao homem e depois revogá-las a todas – ou que seja uma só delas -, desmentindo a si mesmo (impossível), como querem os fariseus de hoje? Mas, afinal, que leis são essas? Veremos com todos os detalhes necessários.

O que significam as colocações de Jesus quando bradou, no Grande Sermão do Monte, que passarão os Céus e a Terra antes que das leis se consiga retirar um só caractere? De que leis Jesus falava senão das Dez Leis das Rochas de Deus Eterno? Pergunto novamente: De que Leis Jesus falava? Veremos abaixo as provas bíblicas disso com todos os detalhes para suficiente entendimento.

Como alegar que o apóstolo Paulo teria ensinado a seu povo cristão a “anular” as Dez Leis ou mesmo uma só delas, se ele mesmo nos revelou, iluminado pelo Espírito Santo de Deus, em Romanos 16:25, que o Senhor Deus promulgou suas leis para serem observadas por todas as nações da Terra, e ainda declarou-se escravo delas? Todas as nações engloba todos os tempos até a Consumação dos Séculos.

Da mesma forma, se Jesus tivesse “nos libertado” das leis do Decálogo (que ridículo!), por que o apóstolo Paulo, que falava pelo Espírito Santo, revela que tem prazer nas Leis de Deus e que se considera escravo dessas leis (Romanos 7:25), como também assevera que a lei é santa, justa e boa (Romanos 7:12), e ainda declarou, revelando que sem as Leis de Deus não se reconheceria o pecado (Romanos 7:7)?

Se fosse possível banir as Dez Leis no Evangelho – ou mesmo uma só delas -, por que as Escrituras nos revelam que no Grande Dia de Jesus a imponente Arca da Aliança Sagrada, que guarda as duas pranchas das Rochas das Leis de Deus, será retirada do Tabernáculo Celeste e será exibida ostensivamente a todas as nações da Terra (Apocalipse 11:19)?

Por que Deus Pai promoverá cerimônia tão solene e grandiosa para os povos de todos os tempos se Jesus tivesse pregado as leis da Arca da Aliança na cruz, ou apenas uma ou duas delas todas, deixando-a vazia, incompleta, adulterada ou aleijada? O que há na Arca da Aliança mais importante que as Rochas das Leis? Certamente, o bastão de Arão ou o Maná é que não são!

Se as leis pudessem ter sido “apagadas” por Jesus ou uma só delas, por que o maior dos profetas: Moisés, que tem tudo a ver com as Leis de Deus do Monte Sinai, será o único deles a ser homenageado no Grande Dia de Jesus, quando seus eleitos, vestidos de branco, solenemente cantarão o Hino de Moisés (Apocalipse 15:3)? Pergunto: Por que Deus Pai profetizou que vai honrar solenemente o Profeta do Decálogo frente a todas as nações da Terra – certamente desde Adão e Eva -, se o Filho tivesse “anulado as leis” como querem os fariseus?

Por que os pastores evangélicos – na extensa maioria -, também católicos e ortodoxos desrespeitam o Quarto Mandamento da Lei de Deus, promulgado no Monte Sinai, sendo que dessa forma também estão rejeitando veementemente os ensinamentos de Jesus em Mateus 5:18 e 19 e, principalmente, os claros exemplos dele que revelam fiel obediência às leis, como também cristalinos e ostensivos exemplos da santificação e guarda dos sábados por ele próprio e por toda a sua Igreja, inclusive da Igreja dos tempos do apóstolo Paulo, décadas depois da ressurreição de Cristo, que levava toda a cidade a louvar aos sábados? Isso tudo está colocado no início e repetido abaixo e, completamente sem condições de qualquer refutação sem se ingressar no cerne nocivo do farisaísmo religioso, ou mesmo por teimosia em se negar a reconhecer o óbvio ululante.

Em correspondência com pastores, padres e anciãos, nenhum deles teve a coragem de negar, quando lhes mostrado, que Jesus, sua Igreja, o apóstolo Paulo e seus discípulos guardavam e santificavam o Sétimo Dia como Está Escrito e como aqui está sendo mostrado de forma inegável, exatamente para nos deixar como exemplos colocados a seguir, também santificando o sábado.

Nem por sonhos existe uma única linha no Evangelho que pudesse retirar o Santo Sábado da vida dos cristãos, e nem indícios legítimos e nem qualquer exemplo aceitável e honesto que exiba qualquer apontamento da importância do domingo, e jamais encontraremos uma só linha que indique a substituição do sábado a favor do domingo, mas, quanto à santificação do sábado, fora as citações no Evangelho a favor (veremos a seguir), há sete exemplos nos quais está claramente revelado que nos mostram Jesus, sua Igreja antes e depois da sua morte santificando o sábado, o apóstolo Paulo e o povo da Igreja Cristã também guardando e santificando o sábado, todos eles diretos, legítimos e irrefutáveis, como veremos abaixo. No mais, quando o Evangelho nos mostra Paulo e sua Igreja santificando os sábados, décadas depois de Jesus, anula totalmente o tal domingo como o “Dia do Senhor”, pois se o cristão de verdade vive pela Palavra Escrita, muito mais deve viver pelos exemplos deixados por Jesus e seus apóstolos como normas para a salvação.

Quanto aos exemplos de Jesus e de sua Igreja santificando os sábados (colocados abaixo), não dizem os sábios que um exemplo vale mais que mil palavras? Como os fariseus de hoje podem se safar dessa Verdade de Jesus sem ingressar em nociva teimosia crônica ou na absoluta hipocrisia para com as coisas de Deus?

Abaixo, somos revelados pelo Espírito Santo Deus que para ele não adianta apenas tomarmos conhecimento de suas dez leis, pois temos necessariamente de praticá-las na medida do possível e isso invalidada, novamente, os argumentos dos que pretendem acabar com o Decálogo de Deus ou mesmo com um só Mandamento.

“Porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão de ser justificados”. Romanos 12.13.

Ora, se Cristo tivesse anulado as leis do Pai na cruz, como querem alguns, por que nas Escrituras por inteiro a Palavra de Deus cita tanto as leis como preceitos a cumprir na busca da Salvação na Eternidade?

Pergunto: Como o Espírito Santo nos exorta, através dos evangelistas, a praticar as leis se essas tivessem sido anuladas por Cristo Jesus, mesmo que fosse apenas uma só delas?

O apóstolo Paulo acusa um grupo de gálatas – apegado à sua tradição levita, – de tentar perverter o Evangelho:

“E isto por causa dos falsos irmãos que se intrometeram, e secretamente entraram a espiar a nossa liberdade que temos em Cristo Jesus, para nos porem em servidão”. Gálatas 2:4.

Os evangélicos, erradamente, se apóiam nesse preceito isolado abaixo para tentar se justificar do desrespeito aos santos sábados do Senhor, mas aqui está claro que Paulo se refere às leis antigas que nos escravizariam (nomeadas a seguir) se aceitas no Evangelho. Por isso mesmo Jesus pregou-as na cruz:

“… tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz”. Segundo Colossenses, 2.14.

Infelizmente, a maioria dos pastores evangélicos julga erradamente que colocar em servidão (para nos porem em servidão) se referia ao cumprimento fiel dos Dez Mandamentos de Deus. Ora, para provar essa tremenda tolice, hipocrisia religiosa ou acentuado desconhecimento bíblico eu tenho proposto um santo desafio a qualquer um deles com o quais me correspondo da seguinte maneira:

“Pastor, se o senhor julga que quando Paulo citava as leis que escravizavam o homem ele estaria se referindo às Dez Leis de Deus, e que por isso teriam sido abolidas por Jesus no Evangelho da Graça e do Amor, então o nobre pastor não terá dificuldade alguma de apontar, diretamente, nessas leis, quais delas nos trazem elementos de escravidão, de maldição. Vou colocar aqui as Dez Leis originais e se o senhor for um cristão de verdade, honesto, sensato, peço que me aponte, sem delongas, qual ou quais dessas leis são malditas. Pastor. pelo menos me aponte uma só delas que possa apresentar-se com conteúdo nocivo ao cristianismo”:

O Senhor falou conosco face a face, no monte, no meio do fogo.

1 Não terás outros deuses diante de mim. Na opinião do pastor, será este um mandamento da Lei de Deus que traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós?

2 Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima, nos céus, nem embaixo, na terra, nem nas águas debaixo da Terra. Não as adorarás, nem lhes prestará culto; porque eu, o Senhor, teu Deus, sou o Deus Zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e a quarta geração daqueles que me aborrecem, e faço misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus Mandamentos. Deuteronômio, 5.4 a9. Na opinião do pastor, será este um mandamento da Lei de Deus que traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós?

3 Não tomarás o nome do Senhor, teu Deus, em vão. Na opinião do pastor, será este outro mandamento da Lei de Deus que traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós?

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11.

Na opinião do pastor, será este outro mandamento da Lei de Deus que traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós?

5 Honrarás teu pai e tua mãe. Na opinião do pastor, será este outro mandamento da Lei de Deus que traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós?

6 Não matarás. Na opinião do pastor, será este outro mandamento da Lei de Deus que traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós?

7 Não cometerás adultério. Será que este outro Mandamento da Lei de Deus traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós?

8 Não furtarás. Será que este outro Mandamento da Lei de Deus que traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós?

9 Não dirás falso testemunho. Será que este outro Mandamento da Lei de Deus que traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós?

10 Não cobiçaras a casa de teu próximo nem desejarás a sua mulher, nem coisa alguma que lhe pertença. As Escrituras Sagradas. Êxodo, 20. Na opinião do pastor, será este outro mandamento da Lei de Deus que traz escravidão, que é prejudicial ou é contra nós?

“E isto por causa dos falsos irmãos que se intrometeram, e secretamente entraram a espiar a nossa liberdade, que temos em Cristo Jesus, para nos porem em servidão”. Gálatas 2:4

“Então, nobre pastor, depois dessa apresentação bíblica, o senhor ainda ousa julgar que Paulo se referia às Dez Leis das Rochas de Deus contendo elementos de escravidão? Como o Senhor Deus cravaria, nas Rochas, para obediência, leis que nos escravizariam? Cadê o Deus da bondade? Ou será que Paulo se referia às leis nocivas vividas pelos judeus, que realmente escravizavam (descritas abaixo), leis nocivas essas que, sob a ira do apóstolo Paulo, um grupo de Gálatas tentou introduzir no Evangelho, segundo Gálatas 2:4?” (Essas leis só vigoraram até João).

“Então, nobre pastor, me aponte quais ou qual desses mandamentos são contra nós ou nos são prejudiciais e que por isso mesmo “foram removidos por Jesus”, o Cristo de Deus?”

“… tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz”. Segundo Colossenses, 2.14.

“Aposto dez por um que, como todos os demais, o nobre pastor não terá a coragem de apontar diretamente um só mandamento do Decálogo que possa encaixar-se em Colossenses 2:14, nos trazendo escravidão, maldição ou que se apresenta nocivo e contra nós cristãos, pois saberá que se apontar um só que poderia trazer-nos conteúdo nocivo estará se revelando um servo de Satanás por causa da hipocrisia ao indispor-se violentamente contra Deus e seus desígnios”.

Declaro que até hoje, 30 de janeiro de 2015, nenhum das dezenas de pastores evangélicos, também clérigos católicos e até alguns ortodoxos com os quais me correspondi, teve a coragem e ousadia de apontar um só Mandamento dos Dez que, segundo a fiel obediência a eles, tivesse conteúdo nocivo à prática cristã. Vamos continuar com o apóstolo Paulo referindo-se às leis antigas que realmente escravizavam:

“E isto por causa dos falsos irmãos que se intrometeram, e secretamente entraram a espiar a nossa liberdade que temos em Cristo Jesus, para nos porem em servidão”. Gálatas 2:4

Logo a seguir a essa colocação, em Gálatas 2:7 e seguintes, no contexto por inteiro, Paulo revela que uma dessas leis que escravizavam era a da circuncisão carnal que, no capítulo 15 de Atos, Simão Pedro a nomeia como carga pesada nos ombros dos cristãos, lei escrava. Nada a ver com as Dez Leis.

Ainda a seguir, em Gálatas 2:11-12, Paulo nomeia mais uma obra da lei que escravizava: a segregação racial e ainda dá uma solene bronca em Simão Pedro (“o primeiro papa”, segundo o clero) que ali praticou momentaneamente essa lei – mesmo já tendo sido brindado com a sabedoria do Espírito Santo, o que vem a provar que ninguém no mundo é infalível, nem mesmo Pedro, o santo em vida, o “primeiro papa” -, e vendo Paulo tentou dissimular o que fazia.

Na primeira reunião cristã (capítulo 15 de Atos dos Apóstolos) a citada lei da circuncisão, obra da carne, ordenança da carne foi oficialmente abolida no Evangelho.

A lei da separação racial foi extinta pelo Senhor Deus, por Jesus, ao reger que não faz diferença alguma de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele (Romanos 10:12 – Atos 3:24 – Atos 10:34).

Vamos então às principais leis antigas que escravizavam e até matavam legalmente o homem e a mulher até a chegada de Jesus. Segundo Lucas 16:16, as leis abaixo colocadas só vigoraram até João, leis essas às quais Paulo chamava-as de obras (nada a ver com obras de caridade)

1) Os holocaustos, as matanças diárias de animais nos templos seguidas da aspersão do sangue deles nos presentes para o “perdão dos pecados”. (sacrifícios, obras da carne, ordenanças antigas de Levítico, que não tiveram lugar no Evangelho, segundo Hebreus 9:11-12)

2) A operação na carne (na época dolorosa e perigosa) a fimose, chamada circuncisão – que veio com Abraão -, oficialmente anulada em Atos dos Apóstolos, capítulo 15, obras da carne (carga pesada) que os judeus da antiga tradição queriam ver imposta nos ombros do cristão, por isso mesmo essa lei antiga foi completamente abolida no Evangelho.

3) A separação racial imposta pela tradição israelita, removida por Jesus quando regeu que Deus não faz distinção de pessoas ou de raças e que todos são iguais perante ele.

4) A lei da morte por adultério, provinda de Levítico, anulada por Jesus ao perdoar e salvar a mulher adúltera condenada ao terrível esfacelamento mortal.

5) A lei das 40 chibatadas e outras mais de menor importância, todas elas chamadas por Paulo como obras da carne, ordenanças antigas, prejudiciais e contra o homem, originárias das leis de Levítico (Paulo levou 39 chibatadas por cinco vezes).

6) A lei da morte a quem fosse flagrado trabalhando aos sábados, carga pesada segundo Jesus no capítulo 23 de Mateus, também só vigorou até João (Lucas 16:16) Exatamente apoiados nessa lei antiga, os fariseus tentaram, por várias vezes, matar Jesus, interpretando errado que ele violava os sábados. Na verdade, Jesus apenas praticava a caridade (obras), também aos sábados, quando curava e consolava as pessoas e isso não representava trabalho braçal (Números 15:32-36).

Está Escrito, em Romanos: “Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê”. Romanos 10:3-4. O termo FIM tem por propriedade dois sentidos na língua grega com a qual foi escrito o Evangelho: conclusão ou término de uma ação e perfeição no cumprimento dessa ação. Era como Paulo dissesse: “O fim de minha pregação é a salvação de vocês”. Portanto, o fim da lei é Cristo, mas os pastores evangélicos, em sua imensa maioria, com astúcia nociva, se aproveitam desse termo para temerariamente tentarem impor o fim do Decálogo, o que é absolutamente impossível, pois sem leis o homem ficaria perdido nas trevas e estaria fazendo Jesus de contraditório. Pode?

Mas esse termo o fim das leis é Cristo, pode ter dupla interpretação, mas acontece que ambas nada têm a ver com a derrocada do Decálogo em uma só vírgula sequer:

Como é impossível Paulo estar se referindo às Dez Leis de Deus como findas, pois se assim fosse ele seria um gigantesco contraditório por ter declarado, especificamente, que era escravo das leis, as leis são santas, que sem elas não se reconheceria o pecado e que as leis foram dadas por Deus a todas as nações da Terra para obediência, então fica claríssimo que ele estava se reportando às leis citadas acima, que escravizavam, as mesmas leis citadas em Gálatas. Portanto, Paulo canta o fim das leis que escravizavam, as mesmas que Cristo pregou na cruz, leis essa que só vigoraram até João (Lucas 16:16). Basta uma breve meditação para se concluir isso. Por essa ou por outra, nem por sonhos Jesus impôs o final das leis do Decálogo, pois se assim pudesse ter sido, ele seria um gigantesco contraditório depois de reger que o Universo inteiro seria destruído antes que das leis de Deus pudesse ser removido até uma simples vírgula delas todas, e lembrando que são DEZ.

E, na Nova Mensagem, como Jesus posicionou-se verdadeiramente a respeito das Dez Leis do Decálogo, instituídas e promulgadas por Deus Pai? Ora, logo na sua primeira pregação à Humanidade, no Sermão do Monte – um real resumo de todo o Evangelho -, de modo direto, claro e deveras ostensivo, Jesus, que falava pelo Espírito Santo de Deus, foi logo de cara, com toda autoridade, descartando completamente qualquer hipótese de o homem tentar invalidar uma só das Dez Leis, até mesmo uma simples vírgula delas todas:

“Não penseis que vim para revogar as leis, mas para cumprir”. “Passarão os Céus e a Terra antes que das leis possa retirar-se um só til”. Jesus, em Mateus, 5.17, perpetuando as leis.

Irmão, irmã, entendeu agora por Jesus que as Dez Leis são absolutamente irrevogáveis, irretratáveis e perpétuas? Não há como ser diferente, apesar das inúmeras e diversificadas correntes contrárias! Basta meditar para entender que as Dez Leis promulgadas no Monte Sinai foram usadas por Jesus como fundamentos do Evangelho, como não poderia se diferente e que certamente, segundo o Senhor Deus, têm de valer até a Consumação dos Séculos! Notem que Jesus está declarando oficialmente que não veio à Terra para revogar lei alguma, e a do sábado está nesse grupo de Dez! Quem negar isso estará negando a Verdade de Deus.

Muitos pastores evangélicos – como tenho presenciado -, alguns deles fariseus no pleno sentido da palavra, a favor da extinção do Sétimo Dia por pura conveniência doutrinária, tentam, de todas as formas, perverter as declarações de Jesus acima. Mas não conseguindo eles, de modo algum, interpretar diferente o preceito “passarão os Céus e a Terra antes que das leis possa retirar-se um til” por ser direto, completo, cristalino, conclusivo, irrevogável e irretratável e absolutamente esclarecedor, focaram seu veneno no preceito: mas vim para cumprir”. Bem, esse preceito em negrito precede a declaração do Filho de Deus: “não vim para revogar as leis”, e só isso basta para concluir-se que Jesus está declarando, oficialmente, que não revogou lei alguma e nem mesmo um simples til delas todas (nem a do sábado, é claro), então, como disse, os fariseus se concentraram no preceito: “mas vim para cumprir”, afirmando esses pobres “entendidos” que Jesus Cristo veio e “cumpriu as leis por nós”, e que por isso mesmo “nós não precisamos mais cumprir”, como se agora, sem as responsabilidades do Decálogo de Deus, o homem solto e livre de obrigações pudesse honrar estátuas, fazer ídolos, repetir o Santo Nome de Deus em vão, desonrar o Sétimo Dia, dizer falso testemunho, pudesse roubar, matar, adulterar, invejar e por aí afora, jogando tudo isso nas costas de Jesus?

Como explicar essa grotesca insensatez de certos pastores ao afirmarem que Jesus veio do Reino de Deus para cumprir as leis do Pai que logo em seguida seria anulada por ele próprio? Como Jesus iria cumprir uma lei que em seguida “seria anulada” por ele mesmo? Mas que enorme tolice! Na Verdade, Jesus veio do Reino de Deus Pai para complementar as Leis do Criador, promulgadas aos seres humanos, com a Lei do Amor, da Graça e a Lei da Liberdade (Tiago 1:25) e principalmente para nos libertar do jugo do pecado, nos redimindo e nos habilitando ao Reino de Deus no Grande Dia de Jesus, e jamais para impor leis provisórias a si próprio deixando o povo sem leis. Quanto ao pecado dos homens, que pecado poderia haver sem leis? Até a Graça e a Liberdade de Jesus é pautada biblicamente em leis:

“Aquele, porém, que atenta bem para a lei perfeita da liberdade, e nisso persevera…”. Tiago 1:25

Sobretudo, Jesus disse para cumprir, e como ele cumpriu o Decálogo como ninguém, pois Está Escrito que jamais pecou, e da mesma forma como tudo o que ensinou foi direcionado para exortar o cristão e a toda Humanidade a imitá-lo, como sempre fez, fica para nós mais esse exemplo a seguir: o Mestre cumprindo as Leis de Deus, dessa forma nos exortando, também, a esforçar-nos na medida do possível para cumprir todas as Dez, pois essa obediência representa parte integrante dos merecimentos para a salvação na Eternidade (Tiago 2:10-11).

Não pode ser negado que para realçar completamente que o Jesus da Graça e da Liberdade, no Sermão do Monte, em Mateus 5:17 e seguintes, se referia aos Mandamentos do Decálogo, pois está claro que na sequência cita dois dos Dez Mandamentos como completamente válidos e ainda aumenta a dificuldade de o ser humano observar essas duas leis:

“Ouviste dos antigos: não matarás, mas qualquer um que se indispor com seu irmão (o semelhante) já pecou em seu coração”. Mateus, 5:21.

“Ouviste dos profetas: não adulterarás, mas qualquer um que olhar com cobiça para uma mulher já pecou em seu coração”. Mateus 5:27.

“Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei sem que tudo seja cumprido”. Está Escrito que tudo será cumprido na Consumação dos Séculos, no Grande Dia de Jesus, quando os Portais do Reino de Deus serão abertos aos mortais de Jesus, antes fechados desde Adão e Eva (João 14:1 – 3).

Abaixo temos mais uma gigantesca evidência da validade das Dez Leis, também no Evangelho:

“Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus”. Jesus, no Sermão do Monte, emMateus 5:18-19, realçando, novamente o Decálogo de Deus também no Evangelho.

Infelizmente, quase todos os pastores evangélicos, convenientemente para eles próprios, com “naturalidade” se esquivam dos preceitos do Evangelho que não lhes interessam por se contraporem às suas doutrinas que os acusam perante as Escrituras, bloqueiam e anestesiam as suas consciências tentando enganar-se, para, propositadamente, não conseguirem entender que as Dez Leis das Rochas de Deus são para sempre, inclusive o Quarto Mandamento, a lei do Sétimo Dia instituída na Criação do mundo para ser observado pela Humanidade como parte da salvação.

Outros se apegam ao preceito “Eu e meu Pai trabalhamos também aos sábados”, tentando, ardilosamente, colocar Jesus contra o Sábado. Ora, sabendo-se que aos sábados Jesus só praticava a caridade e que, quanto ao Pai, o Universo todo obedece a leis pré-estabelecidas por ele, e que por isso mesmo não necessita e nem pretende ficar a intervir na Natureza (Gênesis 8:21), é fácil entender e concluir que Jesus quis dizer que tanto ele como Deus Pai agem a favor das pessoas também aos sábados. Jesus acabara de curar um homem e apenas por isso foi injustamente acusado de violar os sábados:

“E aquele homem foi, e anunciou aos judeus que Jesus era o que o curara. E por esta causa os judeus perseguiram a Jesus, e procuravam matá-lo, porque fazia estas coisas no sábado. E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também”. João 5:15-17.

Ora, amigos fariseus de hoje, se o Senhor Deus instituiu o Sétimo Dia também como um sinal entre ele e a Humanidade, poderia esse dia sagrado, esse sinal, ser mudado para um dia comum (sem isso estar registrado no Evangelho), se Deus é imutável em suas proclamações? Portanto, até um tolo concluirá que, também por isso, o sábado é para sempre e ponto final!

O Senhor criou o sábado também como um Sinal entre ele e a humanidade, também por isso fica provado que: como Deus não muda, jamais transferiria esse Sinal para o tal domingo, o primeiro dia de trabalho aos tempos de Jesus homem. É ou não é?

Em correspondência com clérigos católicos, anciãos e pastores evangélicos, teólogos, quase todos eles imitando o papado romano do engano satânico -, afirmaram que ao guardarem o domingo contra o sábado estão honrando a Jesus Cristo por sua grande vitória ao ressuscitar num domingo. Ora, que beleza! Mas não há uma única linha no Evangelho que incite o cristão a trocar o sábado pelo domingo por conta da ressurreição de Jesus, nem escrito pelos evangelistas, nem por João no Apocalipse e nem pelo apóstolo Paulo, mesmo décadas após Jesus, pois se uma tola invencionice dessas fosse possível, por certo Paulo teria registrado isso pelo menos em uma de suas Encíclicas. É ou não é? Mas com certeza que é! Ao contrário, Está Escrito que Paulo levava toda a sua Igreja a louvar aos sábados, o que só isso anula totalmente o tal domingo dos homens como o “Dia do Senhor”.

Estudando-se o Novo Testamento com critério e atenção, concluímos que a palavra de Deus não atribui nenhum significado litúrgico ao dia da ressurreição, simplesmente porque esse acontecimento tem de ser visto apenas como uma realidade existencial experimentada pelo poder do Cristo vitorioso também sobre sua própria morte. De modo algum a ressurreição de Jesus pode ser vista como uma prática cristã associada a culto aos domingos. Cristo, que havia ressuscitado a outros, não poderia ser vencido pela morte, o que anula totalmente a pretendida importância do tal domingo. Mas a Monumental Vitória de Jesus Cristo deu-se com a sua sofrida Morte na cruz!

Ora, então porque tanta gente se posiciona contra Deus desrespeitando os seus sábados e usando estatuetas, imagens e figuras abominadas por ele? A respeito disso vamos contar uma historinha verídica, que além de exibir um resumo das Raízes da Igreja (o que aconteceu com a Igreja de Jesus nos dias de hoje e o que vai acontecer com a Igreja Desviada no Grande Dia de Jesus), nos mostra, claramente, como o mundo cristão foi levado por Satanás a gigantescos erros bíblicos:

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Era uma vez um ser espiritual, que antes, no Céu, foi Aurora e Luz, provavelmente o anjo brilhante mais próximo de Deus, mas expulso do Céu com seus seguidores só o que conseguiu, depois, foi disfarçar-se de Luz. Ele é espírito poderoso, mentiroso, enganador, tremendamente impiedoso, mas belo, ardiloso e astuto chamado Satanás (II Coríntios 11:14). Como ele não conseguiu barrar o nascimento da Igreja de Jesus, citada no Apocalipse, capítulo 12, passou a perseguir a descendência dessa Igreja ao perseguir os santos vivos:

“O dragão irou-se com a Mulher (a Igreja de Deus) e foi fazer guerra aos outros seus filhos que guardam os Mandamentos de Deus e retêm o testemunho de Cristo”. Apocalipse 12:17.

As profecias do Livro da Revelação prediziam que Satanás (e sua turba de demônios) venceria os santos, em sua maioria, como de fato venceu-os ao rolar dos séculos, permanecendo completamente fiéis ao Senhor, segundo a Bíblia, apenas os remanescentes, os santos em vida, os da Palavra Escrita e nada mais, que por isso mesmo passaram a ser perseguidos de morte e multidões deles, de fato, foram barbaramente supliciados com artefatos que causavam horror só de olhar para eles (os frades dominicanos torturadores seguiam um manual da tortura elaborado pelo bispo dominicano Inquisidor Bernardus Guidonis para provocar as piores dores possíveis sem matar, pois a morte teria de ser pelo fogo, e em público para “servir de exemplo aos que ousassem opor-se aos papas e à sua estranha doutrina católica que infelizmente permanece até hoje”).

Os perseguidos pelo clero tiveram saqueados os bens familiares após serem enforcados ou queimados vivos pelo papado romano (a Besta do Apocalipse) das épocas mais negras da corrupção da Igreja Católica “Apostólica” Romana, certamente regida pelo próprio Belzebu.

Foi-lhe permitido fazer guerra aos santos e vencê-los. Apocalipse 13:7.

Mas como Satanás conseguiu vencer os santos vivos? Como os chefes cristãos foram corrompidos? Segundo o Evangelho e suas profecias é fácil concluir que Satanás, por certo muito irado por não ter conseguido vencer a Jesus na tentação do deserto, e nem de barrar o difícil nascimento da Igreja cristã (Apocalipse 12:2), prometeu vingar-se do Senhor Deus – seu gigantesco inimigo – da forma mais agressiva e predadora possível. O odioso objetivo de Satã era o de dar o maior prejuízo possível à Religião de Jesus.

Por três séculos após Jesus, com tenacidade ferrenha, Satanás patrocinou extensas tribulações aos cristãos através das ferozes perseguições romanas, inicialmente com Nero e terminando com o impiedoso Galério, no início do século IV. Por três séculos, os cristãos foram humilhados, desonrados, sem nenhum direito civil, torturados, estraçalhados por animais ferozes e com muitos outros tipos de sofrimentos com grande dor e muito morticínio.

Satanás, finalmente, reconhecendo que não conseguiria quebrar a fidelidade dos cristãos através das perseguições e dores, – pois mesmo assim ficavam cada vez mais fortalecidos -, astuto, arguto e sagaz artífice do mal, grande planejador e manipulador, resolveu mudar completamente de tática. No ano 313, o Príncipe dos demônios usou o Imperador Romano Constantino (autonomeado cristão apenas por interesse político) que libertou os cristãos da proscrição e elevou a todos ao incrível grau de cidadãos de Roma, do Império Romano, donos do mundo, na época.

Até aí tudo bem ou mais ou menos, mas o pior estava por vir. O que aparentava ser uma vitória cristã fenomenal, com o passar dos séculos transformou-se em terrível derrota do povo de Deus em geral, pois, Satanás, lentamente, mas bem devagar para não escandalizar – como faz até hoje com o mundo todo que está se corrompendo devagar, mas progressivamente -, com sua estratégia demoníaca fez conduzir os líderes cristãos sob o teto dos palácios romanos que passaram a viver sob a tutela de reis, simples assim, mas foi exatamente dessa forma que Satanás, o ardiloso artífice do mal começou a vencer os santos vivos, sobrando apenas os remanescentes, que apesar da ampla maioria cristã que se desviou da Palavra Escrita por causa do sórdido domínio dos papas, por todo o tempo mantiveram-se fiéis a Deus e a Jesus, segundo as Escrituras.

Segundo a natureza humana, como era de se esperar, com o passar dos séculos, fazendo parte das cortes, os papas e os demais integrantes do alto clero católico passaram a acostumar-se prazerosamente com o ambiente da doce vida palaciana e, integrando-se completamente a ela, criaram seus próprios palácios, formaram exércitos armados e acabaram dominando toda a Velha Europa. Pela força das armas os papas governaram vastos territórios e alguns deles até comandavam no campo de batalha. De tanto poder terreno que os papas tinham, facilmente colocavam e destituíam do poder nada menos que reis e imperadores.

http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/imperio-vaticano-435295.shtml

A partir da criação dos papas “sumos pontífices” no século V, com o passar dos séculos da Verdadeira Igreja de Jesus do amor, do perdão e da misericórdia só sobrou o visual que engana!

Depois que Satanás corrompeu os chefes cristãos, que logo em seguida numa incrível ousadia autodenominaram-se “Sumos Pontífices infalíveis” e “Deus na Terra”, devagar, bem devagar, mas progressivamente, século a século, como ele sempre age, através do corrupto papado romano, seu servo, induziu a Humanidade a “riscar” das leis do Decálogo os dois mais importantes Mandamentos do Criador: o Segundo que proíbe – no caso aqui no cristianismo -, a fabricação e uso de ídolos, de imagens e figuras das coisas do Céu e da Terra, e o Quarto que rege a guarda e santificação do sábado santo.

Satanás usou o poder mundano dos papas católicos anti-cristos e anti-cristãos para mudar, na prática, o dia de descanso e louvor e tudo deu certo como ele havia planejado. A cada concílio papal o sábado ia sendo diminuído gradativamente, de importância, e o domingo ia sendo cada vez mais valorizado, o que finalmente culminou na proibição total da guarda do sábado pelos católicos. Assim Satanás venceu os santos (Apocalipse 13:7)!

Gerenciados por Satanás, ardilosamente os papas apoiaram-se na vitória de Jesus ressuscitando num domingo como desculpa esfarrapada para tentar “lixar” das Rochas das Leis o Mandamento do sábado. Como os católicos julgavam (e muitos ainda julgam) que os “Sumos Pontífices” eram infalíveis e falavam por Deus, aceitavam passivamente todo o veneno maligno que eles destilavam. Teria dado tudo completamente certo não fossem os remanescentes que não aceitaram ver a Palavra de Deus Escrita sendo corrompida mesmo sob iminente risco de morte.

Quanto a esses fiéis remanescentes de Deus e fiéis a Jesus, que desde as ferozes perseguições da Igreja católica corrompida são poucos, o Messias já havia profetizado estar com eles, pois com os papas reis corruptos e assassinos em massa jamais poderia estar:

“… e eis que eu estarei convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém”. Mateus 28:20.

Quanto ao domingo ser guardado pela maioria cristã, como honra ao dia da vitória de Jesus sobre a morte, consequentemente rejeitando o Quarto Mandamento de Deus, o do sábado, eu afirmo e provo que essa maioria equivocou-se gravemente quanto ao Verdadeiro Dia da Vitória de Jesus Cristo. Vejamos: A maior das vitórias de Jesus ao cumprir a sua Inefável Missão na Terra deu-se exatamente com a sua Morte na cruz. É ou não é? Por todo o Evangelho Está Escrito, repetidamente, que pela Morte, pelo Sangue de Jesus derramado nós fomos resgatados do peso dos pecados acumulados nos habilitando ao Reino de Deus, no Grande Dia de Jesus, quando os portais do Céu nos serão abertos (João 14:1-2).

“Está consumado!”. Jesus, em dores, consumando a sua Monumental Vitória! João 19:30.

Foi no Dia da Morte de Jesus que se consolidou a sua inefável Vitória por ter completado, com o maior mérito possível, a sua gigantesca Missão de resgatar o mundo das trevas nos redimindo com a promessa divina de abrir-nos os Portais do Reino de Deus por suas dores, mesmo porque, no dia anterior à sua Morte, conhecendo o futuro, sabedor das terríveis provações pelas quais aceitou passar no dia seguinte por amor à Humanidade, em seu pavor natural do homem carnal colocado na Terra menor que os anjos do Céu, ele chegou até a transpirar sangue.

Portanto, o dia grandioso da Vitória de Jesus Cristo deu-se numa sexta-feira, o dia sexto, e não no primeiro dia da semana, o domingo, e assim sempre digo que em lugar do tal domingo, em seu grave erro bíblico, mas segundo sua doutrina tristemente falha biblicamente, o clero deveria ter eleito a sexta-feira como o “Dia do Senhor”.

Quanto a Jesus ser colocado por Deus na Terra menor que os anjos, eu não estou inventando e não pode ser negado, pois está perfeitamente revelado pelo Espírito Santo em Hebreus 2:7 e em Hebreus 2:9). E se Está Escrito é plena Verdade de Deus e não dá margem a dupla interpretação mesmo porque, se Jesus tivesse vindo como Deus, ele não teria como nascer de uma mulher, sua criação; jamais poderia ter sido humilhado, cuspido, esbofeteado, desnudado, torturado, escarnecido e morto e ainda não teria mérito algum por não ter pecado, pois Deus jamais pode pecar! Portanto, Maria, a santa em vida, a mãe de Jesus, não gerou Deus (que grotesca heresia), mas, sim, um homem carnal colocado na Terra abaixo que o menor dos anjos de Deus, mas por pouco tempo: somente 33 anos, tempo esse que nada significa defronte a Eternidade!

Por curiosidade, essa revelação divina torna inválida, ridícula, descabida e sem sentido algum a triste, insólita, idólatra e tola frase católica: “Maria, mãe de Deus”..

“Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos”. Hebreus 2:9, preceito bem explicativo!

Na Terra, Jesus homem se tornou menor que os anjos para que assim pudesse morrer por todos nós, nos redimindo do pecado e nos habilitando ao Reino de Deus na Consumação dos Séculos!

O famigerado Concílio de Toulouse não consta hoje do rol dos 21 concílios católicos porque se integrado acusaria a auto licença da Igreja dos papas para torturar e matar: Assim foi decretada a oficialização da terrível Inquisição e da instituição da morte também a quem tentasse ler a Bíblia, parte dela e a quem tentasse traduzir a Bíblia para outra língua, como fez o frade inglês John Wicliffe. Por isso só não foi também assado vivo porque morreu de um ataque de apoplexia..

Pelo Concílio de Toulouse os papas satânicos da Idade Média pisaram violentamente nos preceitos do Amor, da Tolerância, do Perdão e da Misericórdia de Jesus ao se concederem licença para proibir, sob pena de morte, a leitura da Bíblia ou de parte dela (Concílio de Toulouse), deram-se licença, também, para saquear, para torturar e para assassinar qualquer ser humano que ousasse contestar suas doutrinas desviadas do Evangelho ou qualquer um que não se submetesse totalmente ao poder terreno deles.

Na verdade, os executados pelo clero católico tornaram-se mártires cristãos de Jesus, pois assim como os amigos de Daniel na Babilônia, recusaram-se a dobrar-se perante os reis papas e seus asseclas afundados na corrupção, preferindo a Bíblia, tão somente a Bíblia, como Deus quer.

Centenas de milhares de cristãos e alguns outros infelizes pelo mundo foram queimados vivos ou enforcados nos seis séculos de intensa corrupção clerical da Igreja católica, principalmente na Itália, na Espanha e em Portugal. Os tentáculos satânicos da Inquisição chegaram até ao Brasil, quando os “santos” padres jesuítas, apoiados pelas forças governamentais, fizeram embarcar para Lisboa, Portugal, dezenas de “hereges” e judeus e lá 29 deles foram queimados vivos “em Nome de Deus”. Vejamos segundo a História:

“A inquisição Católica Investigou 1076 pessoas no Brasil e condenou 29 à fogueira (vivas, depois de mortas ou queimadas em efígie)”

“Por mais de 200 anos, a Inquisição católica atuou nas terras da América portuguesa. Estimulou delações e criou um clima de terror nas principais cidades por meio dos temidos visitadores e de auxiliares locais, integrantes do clero. Prendeu e enviou para a Europa pessoas que dificilmente voltavam à terra natal. Quem não foi condenado ao degredo e perdeu todos os bens acabou, como se dizia na época, purificado pelo fogo”. Fonte:

http://guiadoestudante.abril.com.br/aventuras-historia/historia-inquisicao-brasil-681826.shtml

Quando à total corrupção da Igreja de Satanás que trocou a misericórdia cristã pelo ódio que levou à centenas de milhares de assassinatos “em nome de Deus”, Apocalipse já profetizava:

Vi à mulher embriagada com o sangue dos santos e do sangue dos mártires de Jesus. Quando a vi fiquei assombrado com grande assombro”.Apocalipse 17:6.

O apóstolo João ficou altamente aturdido quando lhe foi mostrado o que os futuros papas reis católicos fariam da antes Igreja Santa de Jesus onde a humildade, a tolerância, a misericórdia e o perdão de Jesus foram lançados nos mais fétidos e imundos dos esgotos, propriedades de Satã! Na Verdade, ao rolar dos séculos após a instituição do papado romano no século V, o clero desviou-se da Igreja de Jesus quando criou um estranho ramal religioso, hoje chamado católico, com seus principais preceitos nada bíblicos, mas sim de acordo com suas preferências mundanas.

“Crer que nosso Senhor Deus, o Papa, não tem poder para decretar assim como ele tem decretado, deve ser considerado heresia.” “Nosso Senhor Deus, o Papa”. “Dominum Deem nastrum Papam”.

O Brilho dos Extravagantes (2) do Papa João XXII, Inter, título 14, capítulo 4, “Ad Callem Sexti Decretalium”, Coluna 140, Paris, 1685. (Em uma edição de Antuérpia dos Extravagantes, as palavras, “Dominum Deum Nostrum Papam”. “Nosso Senhor Deus o Papa”, podem ser encontradas na coluna 153).

“Não somos simples mortais. Ocupamos na Terra o lugar de Deus, estamos acima dos anjos e somos superiores a Maria, mãe de Deus, porque ela deu a luz a um Cristo somente, mas nós, podemos fazer quantos Cristos quisermos”.

Afirmações heréticas do Papa Rei Pio IX, assassino e sequestrador (incrivelmente elevado a “santo” morto). Fonte: Gazeta da Alemanha número 21 do ano de 1870.

Os papas da Idade Média, afundados em sua luxúria e ostentação do poder terreno, vários deles tentaram elevar-se ao grau da Santidade do Senhor Deus, o que consistiu em mais um dos vários motivos que provocaram corajosas e gravíssimas acusações do frade Jeronimo Savonarola contra a corrupção papal e de todo o clero da Igreja católica, ato suicida para a época. Repetindo o Apocalipse, Savonarola denomina o Vaticano e tudo o que representa como sendo a Grande Prostituta satânica de toda a sorte de devassidão, banhada de sangue inocente, segundo o Apocalipse 17 (que consiste no Grande Julgamento da Babilônia papal vaticana romana, que começa no Apocalipse 16:19 e só termina no capítulo 19):

“Tu profanaste os sacramentos pela simonia, clama ele à sua Igreja. A tua luxúria fez de ti uma prostituta. És um monstro abominável. Criaste uma casa de devassidão. Transformaste-te, de alto a baixo, em casa de infâmia. E o que faz a mulher pública? Acena a todos os que passam; quem tiver dinheiro pode entrar e fazer o que lhe apeteça. Mas quem quer o bem é expulso. Foi assim, Igreja prostituída, que desvendaste a tua vergonha aos olhos do universo inteiro e o teu hálito envenenado elevou-se até ao céu”. Fonte: TINCQ, Henri – Os Gênios do Cristianismo. Histórias de profetas, de pecadores e de santos. Lisboa: Gradiva, 1999. Para quem não sabe o que é Simonia, trata-se da compra de votos para eleger-se, no caso aqui a papa.

Por proclamar essa Verdade altamente notável e comprovada pela História Universal, tremenda foi a vingança vaticana contra o ousado frade Savonarola, ao final do século 15, pois foi enforcado e depois, pela ira e ódio incontido do Papa Alexandre VI, da famosa família Borgia, não contente em tê-lo enforcado, ordenou que seu cadáver fosse também literalmente assado nas fogueiras da “Igreja de Deus”, juntamente com seus auxiliares. Bem profetizou o Evangelho:

.“… mas virá a hora em que quando vos matarem, julgarão estar prestando culto a Deus”. O Evangelho de João, 16.2.

Antes da tentativa da derrocada do sábado pelo papado romano, no catecismo, Satanás havia induzido o clero a violentar o Mandamento de Deus que proíbe a fabricação e culto às imagens e figuras religiosas das coisas do Céu e da Terra, pois todo o mal provém do Adversário e nunca de Deus. A partir daí, por culpa de todos os papas reis, desde o século V até os de hoje, o Vaticano, as igrejas e os lares ficaram corrompidos com as imagens proibidas, as Dianas do Evangelho (Atos 19:23 e seguintes), agredindo sobremaneira ao Senhor Deus, pois Satanás esteve e ainda está todos os dias com eles todos.

Segundo a História Universal, mais temidos que os agentes da Gestapo de Hitler nas terríveis perseguições contra os judeus foram principalmente os frades dominicanos, agentes da Inquisição. O pavor do povo por eles era tão forte, que até quem não era católico usava imagens e estatuetas em seus lares e nas fachadas das casas.

Num descuido, o clero confessa por escrito o seu gravíssimo erro de tentar mudar as Escrituras:

“A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”.Catecismo católico, Edição2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962.

E assim, Satanás cumpriu as profecias do Livro da Revelação perseguindo e vencendo os santos vivos, embora por mais que tivesse tentado não conseguiu corromper os remanescentes, os dez por cento de Abraão no episódio Sodoma (Gênesis 18:32), que são aqueles que se conservaram até hoje obedientes ao Decálogo completo e à religião da Graça de Jesus, o Filho de Deus!

Todos os clérigos católicos com os quais me correspondi, tenazmente apegados à sua tradição, como se estivessem afundados numa maldição apocalíptica (tem de ser), sem conseguirem livrar-se dela, ainda crentes no desastroso resultado do Concílio Vaticano, no qual “ficou decidido” que a Palavra de Deus Escrita “não é completa sem que esteja atrelada à tradição católica; que só no catolicismo o homem encontra a salvação, e que somente os clérigos católicos podem distribuir as graças de Deus” (uma tolice gigantesca e hipocrisia demoníaca que tenta fazer os sábios de tolo), alegam eles a grande importância que tem de ter sobre os católicos essa secular tradição na qual o domingo foi integrado pelo homem como o “Dia do Senhor”.

Por tudo isso, pode-se concluir que se a tal “santa tradição católica que veio dos apóstolos” fosse benéfica, o catecismo não estaria tão corrompido com tantas tolices doutrinárias, a maioria provinda da Idade Média – a pior fase da corrupção clerical católica -, tais como o fantasioso Purgatório, almas penadas, as 13 almas, rezas aos mortos, intercessão pelos mortos, intercessão dos “santos e santas” rezas por contas, procissões com andores, a idolatria à rodelas de trigo, as inúteis clausuras, santos santificados pelo próprio homem, o homem intermediando o perdão de Deus, a desastrosa imposição celibatária, o uso de vestes e tronos de reis em exuberantes palácios, com templos católicos corrompidos com a idolatria a imagens e estatuetas, exemplo incrível a da estatueta de barro de Aparecida – que precisa ficar protegida pelo homem sob vidros à prova de balas -, literalmente adorada pelos católicos (basta ir lá e ver) e, principalmente, se essa tal tradição fosse santa, apostólica, como assim a nomeiam, por ela não teriam acontecido os seis séculos de terror, de pavor e até de pânico contra o mundo ao exterminar povos inteiros através das Cruzadas (exemplo mais terrível o dos Cátaros, a mando do Papa Inocêncio III) e de assassinar centenas de milhares de pessoas, a maioria delas queimadas vivas e em público, com o intuito de o clero impor-se pela força bruta, pelo pavor.

Não há a necessidade de ser sábio além da conta para entender que a Única Fonte da Verdade foi brindada pelo Senhor Deus a nós, através de sua Palavra Escrita, não importa como ela tenha chegado até nós, nem como foi organizada, pois quando Deus ordena até Satanás é forçado a obedecer, haja visto que a Palavra de Deus vem antes do Dilúvio, depois, já devidamente escrita pelos 40 profetas, passou por séculos de guerras, de invasões, por perseguições mil e pelos seis séculos da terrível Inquisição papal, mas com tudo isso ela foi milagrosamente preservada. Os papas corromperam preceitos da Bíblia em suas doutrinas, mas não conseguiram corromper a Palavra Imutável de Deus, pois jamais teriam conseguido, pois Deus está sempre no comando, é claro!

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Com referência à maioria dos evangélicos, católicos e ortodoxos sobre o dia de descanso, como não há regulamentos bíblicos nas Escrituras para o domingo, e nem se poderia, é claro, sem as responsabilidades maiores como constam no Mandamento do sábado na desastrosa troca pelo domingo, eles se sentem perfeitamente à vontade para comercializar nesse dia, também para comprar, vender, lavar seus carros, construir ou reformar suas casas e tudo o mais que se faz nos dias úteis. Mas a Única Verdade está no Mandamento de Deus abaixo colocado:

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11

Por curiosidade, Jesus não poderia ter ressuscitado num sábado, pois nesse dia os anjos teriam de remover a pesada pedra e a camada de barro que vedava o seu túmulo. Alguém pode até gracejar disso, afirmando que não haveria desrespeito ao sábado a remoção da pesada pedra, mas Deus é perfeito e tudo o que faz tem sentido, afinal, também no cristianismo .os exemplos têm de vir de cima. Quanto a remover a pedra, vejamos Jesus, em dia de semana, cheio de emoção, bradando alto:

“Disse Jesus: Tirai a pedra!”. E logo depois, Lázaro, morto havia quatro dias, reviveu! João 11:39.

Como Está Escrito que o Senhor Deus não faz distinção de pessoas ou de raças, por isso mesmo também o Mandamento do Sétimo Dia foi criado, decretado e propagado para obediência da Humanidade de todos os tempos (para você, também, que busca a salvação na Eternidade) até a Consumação dos Séculos! Quem morrer, após acordar do sono no Grande Dia de Jesus, verá! (João 15:1-3; 1 Tessalonicenses 4:13-17 e 1 Coríntios 15:51-53)

“Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim também como eu guardo os Mandamentos de meu Pai, e no seu amor permaneço”. João, 15.10.

Ora, se o próprio Mestre Jesus se preocupou em mostrar que até ele, como homem, menor que os anjos em seu tempo na Terra, observava os Mandamentos do Pai, não há como deixar-se levar pelos fariseus modernos que alegam que Cristo os excluiu e quem obedece ao Decálogo é mero legalista. E aí, pastores? Como Jesus teria anulado as leis se ele mesmo se confessa obediente a elas e, da mesma forma, nos exorta a obedecer? Não está claro, então, que Jesus também foi legalista e que também por isso mesmo nós temos de imitá-lo, na medida do possível?

As Leis de Deus, a necessária obediência a todas elas antes da religião da Graça, na busca da Salvação, foi o que Jesus nos ensinou através do exemplo do Jovem Rico, abaixo colocado.

A fé que leva a agir por amor ao semelhante tem uma importância gigantesca para a salvação na Eternidade, mas muitos, erradamente, alegam que a salvação nos vem apenas pela fé, e não por obras ou pela guarda das leis e para isso apegam-se tenazmente no preceito: “Crê no Senhor Jesus e serão salvos tu e tua família” (Atos:16:31). Ora, para crer realmente no Senhor Jesus é fundamentalmente necessário viver observando seus preceitos na medida do possível. Por esses preceitos Jesus nos exorta a guardar as Leis do Pai da mesma forma que ele também os guarda (João 15:10). No mais, pela religião da Graça e do Amor, através de Parábolas e preceitos Jesus nos exorta fortemente a praticar as obras do amor, cujo conteúdo maior é a caridade, nos mostrando que essas obras são imprescindíveis como parte ativa importantíssima na soma dos merecimentos para a salvação, mesmo porque Jesus viveu e morreu pelo amor, pela lei e pelas obras a favor dos necessitados. Vejamos:

O amor cristão – que tem de ter como conteúdo obrigatório os atos de caridade -, necessariamente tem de ser praticado para completar os merecimentos para a salvação. Isso está ressaltado no Livro de Tiago 2:14 e 2:17, principalmente em Mateus 25:31 – 44, nos quais Jesus nos revela, inequivocamente, A SALVAÇÃO pela prática de atos de caridade (obras) e A CONDENAÇÃO exatamente pela falta da prática de atos de caridade (falta de obras).

Cabe aqui repetir o preceito que indica as obras como parte indispensável para a salvação:

“E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras”. Apocalipse 20:12

Tanto pela Parábola do Rico e Lázaro (Lucas 16:19) que revela a condenação pela falta de caridade (obras), também das colocações de Jesus em Mateus 25:31 a 44, e da Parábola do Samaritano (Lucas 10:30), por sinal grandiosa, esclarecedora, sublime e altamente proveitosa, pela qual Jesus nos revela que pelo ato de caridade prestado a um desconhecido (obras), um pagão obteve bem mais merecimentos para a salvação na Eternidade do que os homens da fé frequentadores do templo, as obras de caridade por amor ao semelhante são absolutamente necessárias para a salvação na Eternidade, vindo aqui bem a calhar o que já havia proclamado:

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus”. Mateus 7:21

Legalista ou não, para se salvar, é necessário, em primeiro lugar, obedecer a Deus em seus mandamentos e depois ainda há a grande e imperiosa necessidade de AGIR, realizando obras do Amor de I Coríntios 13:13, o amor de caridade por amor ao semelhante, mais forte que a fé, assim como Está Escrito:

“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor”. I Coríntios 13:13.

De que adianta ter apenas amor ao semelhante sem as ações de obras de caridade voltadas para ele? Ora, que inválido amor seria esse e que merecimentos teria o de viver somente pela fé? De que adianta ter fé sem o amor a Deus que faz guardar seus Mandamentos e sem os preceitos de Jesus que nos exortam a amar ao semelhante a ponto de fazer por ele o que gostaríamos que fizessem conosco, tal como no exemplo do Jovem Rico e da Parábola do Samaritano e outras?

Quanto a isso, vejamos um exemplo indiscutível da fé inválida, sem ação, sem obras: Em Marcos 10:17 a respeito do jovem rico que, depois de ouvir uma pregação de Jesus, o que resultou numa incerteza de sua salvação, decidiu-se consultá-lo:

“Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?”. (Se não tivesse fé ele não teria se chegado a Jesus e nem teria vivido a observar as leis do Decálogo).

Mesmo sabendo tudo sobre a vida do Jovem rico, mas como exemplo direto a nós outros, Jesus cita para ele a obediência ao Decálogo como primeira condição para a salvação:

“Antes, obedeça a Deus guardando seus Mandamentos. Tu sabes os mandamentos: Não adulterarás; não matarás; não furtarás; não dirás falso testemunho; não defraudarás alguém; honra a teu pai e a tua mãe”. (Como primeira condição de salvação, Jesus Cristo aconselhou ao jovem rico que guardasse todas as leis do monte Sinai. Isso está subentendido na resposta do Mestre, pois ele disse: “Tu sabes os mandamentos”.

Notem que no preceito acima Jesus legitima e propaga novamente as Dez Leis do Pai, desmentindo os falsos pastores que pretendem a anulação das leis ou apenas uma só delas, pois ele cita claramente as leis do Decálogo provando que nada foi anulado por ele e que o Decálogo é a base do Evangelho.

“Mestre, tudo isso guardei desde a minha mocidade”. O Jovem rico e sua fé.

Jesus revela e adverte gravemente ao jovem rico que para que ele se salvasse, além da necessária obediência a Deus em todos os seus Mandamentos – como está subentendido – era (e é) imprescindível complementar essas leis, vivendo, na prática, a religião da Graça, do Amor, da Caridade, a parte bem mais difícil (mas bem mais difícil mesmo), que se resume em servir o semelhante como gostaria de ser servido a ponto de necessariamente dividir toda a sua fortuna com os necessitados:

“Então falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu”.

Segundo Jesus, é impossível viver verdadeiramente o cristianismo apegado a bens materiais, sem praticar, também, o amor de I Coríntios 13:13 e de Mateus 25:31 – 44. Sem amor de caridade, que faz repartir (obras), ninguém terá lugar no Reino de Deus, mesmo obedecendo fielmente a todos os Mandamentos do Decálogo. Essa norma é divina, então, visando a salvação, não há a mínima condição de fugirmos dela!

Jesus revelou ao jovem rico – e por tabela a nós outros -, que para que ele se salvasse na Eternidade havia (e sempre haverá) duas condições sinequanon: primeiramente obedecer aos mandamentos do Decálogo e necessariamente complementar os merecimentos ao reino de Deus desapegando-se das riquezas a favor dos necessitados (obras) e quem nada tem que distribua o amor.

Para a salvação, movidos pela fé, tem de estarem presentes a obediência e atos de Amor! Tanto a Fé quanto o Amor só de boca, sem ações a favor do semelhante (obras) inviabilizam a salvação. De que adianta Crer se não se Praticar? De que adianta apenas reconhecer a Jesus como o Senhor, ser batizado, se faltar a caridade do Amor que obrigatoriamente leva a usar os bens materiais para socorrer o necessitado (obras)? Afinal, o que vale mais: o dinheiro, o poder, prestígio ou a Salvação? O que vale mais: apenas ter fé ou sacrificar-se por amor aos mais necessitados? O que vale mais: ter fé ou agir pela fé tentando tirar um irmão ou irmã do erro (também caridade)?

“Meus irmãos, que aproveita se alguém disser que tem fé, e não tiver as obras? Porventura a fé pode salvá-lo? E se o irmão ou a irmã estiverem nus, e tiverem falta de mantimento quotidiano e algum de vós lhes disser: Ide em paz, aquentai-vos, e fartai-vos; e não lhes derdes as coisas necessárias para o corpo, que proveito virá daí?

Assim também a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma.

Mas dirá alguém: Tu tens a fé, e eu tenho as obras; mostra-me a tua fé sem as tuas obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras.

Tu crês que há um só Deus; fazes bem. Também os demônios o crêem, e estremecem.

Mas, ó homem vão, queres tu saber que a fé sem as obras é morta?” Tiago 2:14-20

As obras por amor dirigidas ao semelhante, citadas acima, nada tem a ver com as obras abominadas pelo apóstolo Paulo, principalmente em Gálatas, que se resumiam em preceitos mundanos, provindos da antiga tradição de Levítico, citados com detalhes nesses escritos.

A respeito da dificuldade de amar o semelhante a ponto de dividir com ele os seus bens, vem ao caso o preceito:

“E, se ao justo é difícil ser salvo, o que será do ímpio e pecador?”. 1 de Pedro 4:18.

Mas o pobre coitado rico – assim como quase todos os outros pobres coitados ricos do mundo de todos os tempos – tenazmente apegado aos seus bens perecíveis, preferiu viver a pequenez (um lapso fugaz) de mais alguns anos na doce vida da riqueza, prestígio e poder (coisa concreta) sem divisão alguma, que a Vida Eterna Feliz (a Grande e Inefável Promessa).

Na sua usura, o rico trocou todos os Oceanos da Terra (a Eternidade) por uma minúscula gotícula de água (a vida terrena)! Dá dó! Por isso mesmo, todas as noites eu agradeço ao Senhor por não ter nascido rico.

Depois dessas claras revelações de Jesus, alguém, em sã consciência, pode “achar” que ele se enganou ao revelar que, visando a Salvação, as Dez Leis têm de ser cumpridas em comunhão com a religião da Graça?

“Santificai os meus sábados, pois servirão de sinal entre mim e vós, para que saibais que eu sou o SENHOR, vosso Deus”. Ezequiel 20:20.

Principalmente na Carta aos Gálatas, o apóstolo Paulo abominava as leis que só vigoraram até João, mas quando às leis do Decálogo, ele se confessa escravo delas:

“Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado”. Romanos, 7.25.

“Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus”. Romanos, 7.22.

“Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”. Romanos, 2:12. Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!

“… se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16.25.

Paulo, o santo em vida, revela que não haveria pecado sem que houvesse antes a Lei instituída, promulgada e propagada e ainda cita uma das leis do Decálogo provando que se referia, de fato, às Dez Leis:

“Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça se a lei não dissera: Não cobiçarás”. Romanos, 7.7.

“Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento é santo, justo e bom”. Romanos, 7:12.

O Apóstolo Paulo revela, ainda, que sem leis não se reconheceria o pecado, portanto, sem leis não teria como existir o pecado no mundo e, por consequência, não teria como Deus julgar os homens no Grande Dia de Jesus, pois os julgamentos, necessariamente, têm de ser fundamentados em leis previamente promulgadas, estabelecidas e propagadas. E isso o Senhor Deus fez a contento, promulgando as Dez Leis, e só não toma conhecimento também dessa Verdade de Deus quem não quer, pois Está Escrito e Propagado!

A seguir, estão colocadas as provas bíblicas que revelam, claramente, e sem nenhuma sombra de dúvidas, Jesus e sua Igreja santificando os sábados com o objetivo maior de nos deixar esses claros exemplos, pelos quais devemos abominar o tal domingo, certamente imposto por Satanás através dos papas romanos, como aqui foi mostrado:

“E, chegando a Nazaré, onde fora criado, (Jesus) entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”. Lucas 4:16.

Antes da ressurreição de Jesus, os cristãos faziam do sábado um dia de louvor:

“O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”. Lucas 23:55 – 56.

Então, Jesus ensinou sua Igreja a ser também legalista! Vejamos a Igreja Cristã aos tempos de Paulo, mesmo depois da ressurreição de Jesus os cristãos de Paulo faziam do sábado um dia de culto e louvor:

“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentado-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13.

Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja…”. Atos 13:41 – 44.

Se os judeus se encheram de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado. A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir, exatamente para nos revelar que o sábado sempre será o Dia do Senhor

“E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”.Atos 18:4.

Os defensores do tal domingo argumentam falsamente que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição jamais aceitariam que gentios pagãos – no caso os gregos – participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos.

Em Atos dos Apóstolos, conforme a tradição dos apóstolos de santificarem os sábados, um preceito é usado como referência ao Quarto dos Mandamentos:

“Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado”. Atos 1:12.

Ora, apóstolos de Jesus ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo, é certo que se tratava de um preceito em uso.

“Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado”.

Jesus Cristo, em Mateus 24:20, ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (no terrível massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.

Jesus nos mostra que o sábado foi criado para o homem:

“O sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado; de sorte que o Filho do homem é, também, o Senhor do sábado”. Jesus Cristo, em Marcos 2:28, respondendo à irritação dos judeus quando permitiu que seus amigos colhessem espigas (Mateus, 12:1), com o objetivo de mostrar que o amor de caridade tem de sobrepor-se a toda e qualquer lei, mesmo a do Sábado Santo, pois seus amigos estavam com fome pelas longas caminhadas. Nesse preceito Está Escrito o sábado foi criado por Deus por causa do homem. Portanto, enquanto existir o homem na Terra os sábados terão de ser observados, pelo menos pelos cristãos. E inegavelmente é mais uma Verdade do Senhor Deus que não pode ser contestada por ninguém!

Está Escrito nas Cartas de Pedro e em Isaías que Deus nunca muda suas promulgações. Como, então, alguns pretendem fazer Deus mudar?

“Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. Isaías 40:7.

“Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva.Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”. I Pedro 1:24.

Desde a Fundação do Mundo, quando foi instituído o Santo Sábado para a Humanidade, as gerações se passaram e continuarão a passar, mas a Palavra de Deus, que também inclui o Sétimo Dia e a abominação às imagens e figuras sacras jamais passará. De outra forma, estaremos a desmentir o Criador e a Jesus! Não há como fugir desse conceito divino sem ingressar na hipocrisia religiosa, por certo desagradando gravemente ao Senhor!

Pelo preceito abaixo, mais uma vez o Evangelho de Jesus legitima nítida e novamente o Decálogo, e ainda revela que assim como os demais Mandamentos, também o do sábado é necessário para a salvação – pelo menos para aqueles que já tomaram conhecimento do valor integral do Decálogo, como aqui está sendo exposto -, pois a falta dele ou de qualquer outro invalida a Salvação na Eternidade para quem conhece essa Verdade. Não fui eu quem inventou, mas quanto a isso a Palavra de Deus é bem direta, firme, determinante, contundente, conclusiva e esclarecedora. Ou será que o Senhor Deus “enganou-se” ao revelar-nos esse preceito? Por mais essa determinação evangélica (abaixo) está claro que não adianta guardar nove dos Mandamentos de Deus se omitirmos a guarda de qualquer outro dos Dez, tal como a do sábado, é claro:

“Porque qualquer que guardar toda a lei, mas tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Porque aquele que disse: Não cometerás adultério, também disse: Não matarás. Se tu, pois, não cometeres adultério, mas matares, estás feito transgressor da lei”. Tiago 2:10-11

Também no Apocalipse 14:12 Está Escrito que também pela guarda dos Mandamentos de Deus seremos salvos e também essa Verdade, vindo do Espírito Santo, jamais poderá ser ignorada a favor das tradições ou doutrinas. A determinação divina em Tiago, acima, cita alguns Mandamentos do Decálogo, legitimando-o novamente.

A respeito da determinação divina acima, já ouvi de pastores a tola conclusão de que se eu guardar os Mandamentos do Decálogo serei obrigado a guardar a todos os demais e, ardilosamente, afirmam que todos esses são as 613 leis de Levítico. Ora, grande tolice, pois em Tiago 2:10 está claro que o evangelista se refere especificamente às Dez Leis do Decálogo e, para legitimá-lo, ainda mais, o Evangelho completa isso citando algumas delas. Nada a ver com as 613 leis, cuja imensa maioria delas consistia num emaranhado de leis provisórias, ordenanças criadas para regular as ações dos israelitas nos difíceis 40 anos de deserto e outras que só vigoraram até João. Por exemplo: por uma lei antiga que escravizava era proibido aproximar-se de um leproso, mas na religião da Graça e do Amor e dos exemplos, Jesus aproximava-se deles e curava-os. Lucas 5:12.

Mostramos aqui, com todo o critério, lisura e cuidado possível, detalhadamente, às vezes com repetições necessárias, com textos enriquecidos, seguidos de preceitos buscados exclusivamente na Palavra Escrita de Deus, na excelente versão Ferreira de Almeida, de modo que ninguém em sã consciência pode negar a total e absoluta impossibilidade de um Deus que nunca muda, tivesse mudado, no Evangelho, a ponto de permitir que suas Dez Leis cravadas nas Rochas ao fogo de seu olhar pudesse ter sido apagadas a partir de Jesus (ou mesmo um só caractere delas todas), pois se isso pudesse ter acontecido, outras determinações bíblicas poderiam ser, também, contestadas e o homem descrente e confuso ficaria perdido nas Trevas que o mesmo Jesus veio para trocá-las pela Luz.

Está Escrito, também, que mesmo tendo Jesus sido colocado na Terra menor eu os anjos (Hebreus 2:9), Deus Pai deu toda autoridade nos Céus e na Terra para ele, então ele é Senhor de tudo, tanto do Sábado Santo quanto de todos os outros dias, é claro. Agora julgar que Jesus estaria desmerecendo o Sétimo Dia ao revelar que é o Senhor do sábado é outra enorme tolice pastoral, pois o Mestre nos revelou, nesse mesmo preceito, que o sábado foi estabelecido para o homem, foi criado para o homeme ponto final, e isso sendo afirmação conclusiva de Deus, jamais poderá ser ignorada ou mudada. Jesus não disse que o sábado foi criado na Fundação do Mundo para Adão e Eva e nem para os hebreus, depois israelitas, mas para o homem, o que abrange a Humanidade de todos os tempos passados e futuros, inclusive você. Por isso, atente-se a isso na busca da salvação!

Quanto a ser o Senhor do sábado, Jesus também afirmou que é maior que o Templo (Mateus 12:6 – maior que Abraão (João 8:57) e maior que Jonas(Lucas 11:32) e mais importante que Jacó, sem desmerecer qualquer um deles.

Alguns, querendo provocar confusão, afirmam que, segundo as renovações dos calendários o dia de sábado de hoje bem pode ter sido mudado para outro dia. Uma afirmação tola de quem desconhece a verdade, pois ninguém sabe identificar o dia de sábado, de modo mais seguro, que os israelitas, hoje judeus, pois jamais teriam aceitado qualquer interrupção ou mudança. O sábado que os da Bíblia, somente da Bíblia, guardam hoje é o mesmo que os judeus praticam.

Também no intuito de tentar provocar confusões, outros afirmam que o sábado não é especial, pois todos os dias são de Deus. Certamente todos os dias são de Deus, mas só um ele mandou-nos guardar e santificar. Somente um dia da semana ele nomeou como Bendito, Solene e Santo e criado, também, como um Sinal entre ele e à Humanidade.

Mostramos, também, que como os fariseus de hoje dizendo-se da Bíblia – apesar de todas as diversas artimanhas ardilosamente articuladas contra o Sétimo Dia -, não conseguindo anular das Rochas das Leis o Quarto Mandamento em separado, o do sábado (desejo absolutamente impossível), com sagacidade infernal tramaram ensinar aos seus que Jesus veio para nos libertar das leis, leis essas que “foram pregadas na cruz”, propositadamente “esquecendo-se” eles de que as leis pregadas na cruz foram exatamente aquelas que Jesus não permitiu que integrassem o Evangelho, as citadas leis nocivas da carne, ordenanças antigas da carne citadas acima, pois realmente escravizavam, amaldiçoavam e, escravizando o homem, até matavam nas execuções públicas pelo esfacelamento corporal a pedradas.

Em 2014, num sábado, estando eu a assistir pela TV a pregação de um famoso pastor evangélico, fundador e dono de sua própria congregação, empresário de sucesso, conhecido por saber o Evangelho quase de cor, de muito gesticular, de gritar, de fazer teatrinhos cômicos durante as pregações e de usar seus programas para tentar eleger candidatos políticos – misturando política com cristianismo -, além de estar sempre a repetir que não é legalista, ouvi dele a seguinte colocação: “Nove dos mandamentos nós guardamos porque se repetem no Evangelho, mas o do sábado nós não guardamos, pois não está repetido”, como se isso, simples assim, pudesse colocar um ponto final na observação do Sétimo Dia de Deus, adulterando as leis cravadas nas Rochas de Deus do Monte Sagrado!

Ora, aquele pastor, que julga que “sabe tudo”, ao tentar anular o único Mandamento de Deus nomeado por ele como Bendito, Santo e Solene, criado na Fundação do Mundo para a Humanidade, para toda carne e cravado a fogo nas Rochas dos altos do Monte Sinai, esqueceu-se de que em sua primeira pregação, Jesus Cristo foi logo de cara avisando que não havia chance alguma de se retirar um só caractere das leis e, como são Dez, a lei do sábado (que contém 80 palavras ou 433 caracteres) está perfeitamente intrínseca também no Evangelho. Somente isso desmente o famoso pastor sabido. Mas tem mais preceitos que o desmentem:

Em Hebreus, capítulo 4:4 e seguintes a Palavra de Deus repete o Sétimo Dia por mais de uma vez; também em Marcos 2:28, Jesus revela que o sábado foi estabelecido por causa do homem (novamente o sábado repetido e absolutamente consolidado também no Evangelho). Sobretudo, Jesus e sua Igreja mostraram-se, de modo inequívoco e ostensivo, guardando e santificando os sábados e, consequentemente, o sábado está novamente repetido por mais SETE VEZES e da forma mais objetiva possível, pois exibe claros exemplos da Igreja Primitiva santificando-o, legitimando-o e propagando-o de modo absolutamente incontestável para deixar como claro exemplo a ser seguido pelos cristãos: em Lucas 4:16 – Lucas 23:56 – Atos 13:41 – Atos 16:13 – Atos 18:4 – Atos 1:12 e Mateus 24:20.

Repetindo pela alta importância: Em Marcos 2:28 Jesus declara que o sábado foi criado para o homem. Para o homem sábio, somente esse preceito legitima o sábado também no Evangelho, queiram ou não os fariseus, pseudos cristãos da Palavra de Deus.

Então, somando-se todas, são ONZE as repetições sobre a validade do sábado no Evangelho. Essa Verdade Bíblica que não pode ser mudada, desmente o pobre pastor citado.

Então, se está provado que o sábado está mais que repetido, provado, comprovado, propagado e legitimado também no Evangelho, o que aquele pastor famoso, “muito sabido”, pode querer mais? Ele não conhece suficientemente a Bíblia ou é apenas mais um que anestesia a sua consciência ou bloqueia a sua mente para tentar fugir da dificuldade da santificação do sábado. Ele mesmo, no passado, afirmou que um exemplo vale mais que mil palavras, mas convenientemente para ele mesmo, até com grande dose de hipocrisia, foge desses exemplos divinos acima colocados que valem mais do que milhões de palavras.

O que vale mais perante o Senhor Deus: Continuar em seu engano para não ter de se humilhar perante seus fiéis enganados sob a Verdade de Deus, aqui mostrada inequivocamente, sempre segundo as Escrituras, ou submeter-se à essa Verdade que não pode ser mudada em hipótese alguma pelo fato de ela Estar Escrita e dela não se poder fugir? Será que o Senhor Deus aprovaria a continuação dessa mentira? Mas é claro que não! Mas é claro que NÃO mesmo!!! Sendo Deus imutável em suas promulgações à Humanidade, é certo que não aprova tais erros graves do corte de um ou dois de seus Mandamentos instituídos a toda carne que está sobre a Terra:

“Então me lembrarei da minha aliança, que está entre mim e vós, e entre toda a alma vivente de toda a carne; e as águas não se tornarão mais em dilúvio para destruir toda a carne. E estará o arco nas nuvens, e eu o verei, para me lembrar da aliança eterna entre Deus e toda a alma vivente de toda a carne, que está sobre a terra. E disse Deus a Noé: Este é o sinal da aliança que tenho estabelecido entre mim e entre toda a carne que está sobre a terra”. Gênesis 9:15.

E não adianta alegar que o Decálogo do Monte Sagrado de Deus foi dado apenas aos israelitas, pois a Verdade de Deus é diferente e, como sempre é inequívoca:

“E todos os profetas, a começar por Samuel, assim como todos os que depois falaram, também anunciaram estes dias. Vós sois os filhos dos profetas e da aliança que Deus estabeleceu com vossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da Terra”. Atos dos Apóstolos 3:24 – 25.

“… se tornou manifesto e foi dado a conhecer por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações”. Paulo, em Romanos, 16.25.

“Para Deus não há diferença de pessoas. Assim, pois, todos os que sem a lei pecaram, também sem lei perecerão; e todos os que com a lei pecaram, mediante a lei serão julgados, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas todos os que praticam a lei hão de ser justificados”. Romanos, 2:12. Aqui, Paulo, novamente, ressalta o valor dos Mandamentos, e lembrando que são Dez!

As colocações bíblicas acima invalidam completamente a afirmação do pobre pregador famoso, dizendo que o sábado nunca foi repetido no Evangelho e, por propagar seu erro a milhares ou a milhões de pessoas, faz dele mais um pobre fariseu predador das Escrituras, pois na sua “autoridade bíblica” faz a pior das coisas: ensina errado. Sobretudo, a Lei do Quarto Mandamento do Senhor Deus, mesmo estando fartamente repetido, também no Evangelho, não havia a necessidade de ficar a repetir, pois os primeiros cristãos, provindos em sua imensa maioria dos israelitas, sempre tiveram a plena consciência da importância da santificação do sábado, o Mandamento mais obedecido naturalmente por todos. Para aclarar muito bem isso, Está Escrito que os príncipes e sacerdotes do templo por várias vezes tentaram matar Jesus pelo fato de julgarem erradamente que ele violava o sábado santo. Cabe aqui a revelação de Jesus:

“Eu voz bendigo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondestes estas coisas dos sábios e entendidos, e as revelastes aos pequeninos”. Jesus, em Mateus 11:25.

Um dia, depois de trocarmos várias mensagens eletrônicas, um bom homem confidenciou-me que finalmente concluiu, com a graça de Deus, que o Decálogo é para sempre, e que por isso mesmo o sábado é o Dia do Senhor, mas colocou-me a seguinte questão: “Irmão, agora, creio inteiramente no Sábado Santo como o Eterno Dia do Senhor, mas como guardar esse dia se a metalúrgica, na qual eu trabalho, obriga-me a trabalhar também aos sábados? Se eu faltar aos sábados, certamente serei demitido e minha família passará por dificuldades”.

Respondi a ele que, segundo o Espírito Santo de Deus, em I Coríntios 13:13, está estabelecido e subentendido que o amor de caridade tem de sobrepor-se a todas as leis, pois é a maior das virtudes cristãs e, por isso mesmo, num sábado, sem culpa, Jesus invadiu uma propriedade alheia e permitiu a colheita de espigas para matar a fome de seus amigos pelas longas caminhadas. Também, por isso mesmo, Jesus citou Davi que, com fome, ele e os seus amigos avançaram e comeram dos pães sagrados do templo, coisa proibida até para o rei, pois em ambos os casos não se poderia transferir a solução para o dia seguinte. Essa é a regra do sábado santo.

Resumindo, aquele homem, em nome da caridade e do amor (aos seus familiares), poderia continuar a trabalhar aos sábados sem culpa, mas que ao mesmo tempo, todos os dias, orasse ao Senhor pedindo a ele que lhe conseguisse um emprego, melhor ainda, no qual não necessitasse trabalhar aos sábados, pois com o passar dos tempos certamente seria atendido.

Como citado: a regra do sábado nesses nossos tempos modernos é essa como é fácil de se concluir: Não realizar, aos sábados, nada que possa ser transferido para o dia seguinte.

Bem antes do Incrível, Espetacular, Majestoso e Grandioso Evento Monte Sinai, através de Moisés o Senhor Deus manda que seu povo colha o maná do deserto em dobro na sexta-feira, para não ter de colher nada no sábado (Êxodo 16:23 – 30), o que também sugere que os descendentes do povo de Deus, mesmo bem antes de Abraão, e até mesmo desde Adão e Eva, certamente santificaram religiosamente esse dia, pois para isso mesmo foi instituído na Criação do Mundo e não havia como os antepassados tementes ao Senhor terem optado por outro dia. É ou não É? Medite… Mesmo que não tenha sido registrado nas Escrituras, perceber isso é uma questão de lógica! De outra forma, que dia o povo de Deus teria eleito para descansar? Se tivesse optado por outro dia, por certo não seria o povo de Deus.

Mais uma das provas concretas e contundentes que revelam que os cristãos santificavam os sábados, mesmo décadas após a ressurreição de Jesus – e por isso esse procedimento continuou por séculos até a derrocada do santo sábado pelos servos de Satanás, os papas romanos, bestas e anti-cristos -, basta uma breve meditação para concluir tal Verdade em duas situações fundamentadas no alto respeito que os judeus tinham e têm pelo sábado:

1) Os judeus fariseus e príncipes do templo se escandalizaram com os apóstolos de Jesus até pelo insignificante fato de comerem sem que antes lavassem as mãos, e isso ficou registrado no Evangelho (Mateus 15:2). Ora, vamos meditar: Se os fariseus protestaram publicamente por tão pouco e isso ficou devidamente registrado no Evangelho, imagine o barulho, a confusão, os fortes protestos, a revolta e até violentas perseguições, possivelmente até mortais contra apóstolos de Jesus, inclusive contra Paulo, se eles tivessem induzido os fiéis de Jesus – parte predominante israelita – a trocarem o sábado pelo domingo! Mas o Evangelho não registrou absolutamente nada a respeito disso e basta apenas essa Verdade para se ter a certeza de que o tal domingo nunca existiu no Evangelho como o Dia do Senhor!

2) O apóstolo Paulo foi gravemente acusado pelos judeus fariseus que o perseguiram de morte, foi chicoteado por cinco vezes, espancado e apedrejado até ser julgado morto (Atos 14:19). Tudo isso aconteceu porque Paulo foi acusado de desrespeitar as principais leis antigas das tradições israelitas (citadas aqui), mas Paulo jamais foi acusado de violar um só dos Mandamentos do Decálogo, principalmente o Mandamento do Sétimo Dia, de outra forma isso tudo estaria explícito no Evangelho de forma bem explicativa e consistente assim como foi registrado o fato de os apóstolos comerem sem lavar as mãos. Estaria registrado Paulo abominando os sábados e enaltecendo os domingos! Então, como está colocado no início desse Tratado, Paulo e os membros da Igreja de Jesus santificavam os sábados e jamais domingo algum como querem a maioria dos católicos, ortodoxos e evangélicos.

“Acudi homens israelitas; este é o homem que por todas as partes ensina a todos contra o povo e contra a lei, e contra este lugar; e, além disto, introduziu também no templo os gregos e profanou este santo lugar”.Atos 21:28 que revela os protestos dos fariseus contra Paulo que não se ligava e combatia as leis e tradições antigas que não tiveram lugar no cristianismo, pois só vigoraram até João.

Com respeito a não haver uma só linha no Evangelho a respeito da troca do sábado santo pelo domingo (impossível), um cardeal católico tentou dissuadir-me “explicando”, na sua débil sabedoria (como sempre acontece com os clérigos católicos) que os apóstolos guardavam o domingo em segredo, com medo da revolta dos fariseus e outros da tradição israelita. Respondi a ele que a sua conclusão era a mais tola, ridícula e infeliz possível, pois Está Escrito que depois que os apóstolos receberam o Espírito Santo de Deus ficou provado que o medo nunca mais fez parte da vida deles e, por isso mesmo, onze deles aceitaram ser supliciados por amor a Jesus. Ora, vejam só: um cardeal católico colocando medo nos apóstolos, como se o Espírito Santo de Deus tivesse falhado!

Quanto ao Sábado Santo, podem-se transferir para o dia seguinte as compras, o conserto ou o lavar do carro, o lavar e passar das roupas, a reforma da casa ou pequenos reparos, mas se um carro estiver quebrado no meio da rua, a caridade de ajudar a empurrar tem de estar presente em primeiro lugar. Não se pode, no sábado, atender a um vizinho que pedir ajuda para encher uma laje de concreto, mas se a casa dele desabar num sábado é alto dever do cristão fazer toda a força possível para ajudar o semelhante. Um médico pode trabalhar também aos sábados, senão pessoas morrem, assim também como a Polícia, os Bombeiros, os responsáveis pela distribuição da água, da luz, das comunicações, dos transportes, pois se eles parassem aos sábados, os hospitais não funcionariam, as ruas ficariam escuras, a criminalidade aumentaria e outras dificuldades a mais e, com isso, tudo viraria um caos.

Um dia, um pastor evangélico chamado Natanael, tentou-me: “Ora, está escrito que se você guardar uma lei será obrigado a guardar todas elas, então, nem o fogo da cozinha sua esposa poderá acender”.

Respondi, segundo as Escrituras, que ele apenas tentava criar confusão, pois essa lei antiga veio de Levítico, cuja maioria foi feita para regular as ações dos israelitas nos sofridos 40 anos da vida no deserto e, como tal, assim como muitas outras leis menores que não tiveram lugar no Evangelho só vigoraram até João (Lucas 16:16). Sobretudo, também essa lei do fogo na cozinha não faz parte específica das Dez Leis majoritárias e perpétuas fundidas nas Rochas de Deus. Essas, sim, são absolutamente diretas e “imexíveis”, pois todas elas foram promulgadas para obediência irrestrita como parte da Salvação para quem a procura. A família tem de comer, também aos sábados, comida quente e, para aquecê-la, há a necessidade de se acender o fogo da cozinha, pois nem todos têm microondas.

Outro dia, um amigo tentou-me: “Simões, ontem, no sábado, passei em frente ao Colégio Adventista e vi vigias e porteiros trabalhando. Ora, isso pode? Não é um paradoxo?”. Respondi a ele que, segundo as Escrituras, principalmente no exemplo de Jesus em Mateus 12:1, que aprovou seus amigos colherem espigas para matar a fome, o sábado pode ser quebrado quando tratar-se de afazeres que não podem ser transferidos para o dia seguinte. Assim como os operários da manutenção de um alto forno tem de trabalhar aos sábados (senão levaria uma semana para o forno recuperar a temperatura precisa, o que resultaria em alto prejuízo e desemprego), também os responsáveis pelos transportes, os porteiros e vigilantes também podem. No caso dos encarregados da segurança do Colégio Adventista, sem os porteiros e os vigias o prédio seria assaltado todos os sábados, e todas as segundas-feiras os provedores do Colégio teriam de comprar tudo o que certamente teria sido levado pelos ladrões, além de o perigo de ser depredado ou incendiado.

Para complementar as dissertações sobre o Sétimo Dia, ouvi até pastores evangélicos famosos e clérigos católicos dizerem o absurdo de que as Leis do Monte Sinai, o Concerto Antigo, foram promulgadas apenas para os israelitas e não a nós do Evangelho do Novo Concerto e com o Novo Sacerdote Jesus Cristo, por isso, “nós não temos obrigação de guardar”. Ora, primeiramente, na época, só havia os hebreus israelitas como único povo de Deus no mundo e, por isso, a decretação do Decálogo foi propagada inicialmente para eles, assim como as tribulações foram inicialmente propagadas a Adão e Eva. Ainda mais, Deus advertiu-nos, repetidamente, que não faz distinção de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele, e ainda Está Escrito que somos os diretos herdeiros dos israelitas (abaixo colocado), e só isso anula completamente tal argumento.

O Senhor Deus abaixo nos mostra que o Velho Testamento, também o Decálogo não foi destinado apenas aos israelitas, pois as promulgações dele visaram toda a Humanidade:

“Vai, pois, escreve isto numa tabuinha perante eles; escreve-o num livro, para que fique registrado para os dias vindouros, para sempre, perpetuamente”. Isaías 30:8.

Somos os verdadeiros herdeiros dos israelitas, do Decálogo, atestado pelo Espírito Santo:

“E todos os profetas, a começar por Samuel, assim como todos os que depois falaram, também anunciaram estes dias. Vós sois os filhos dos profetas e da aliança que Deus estabeleceu com vossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da Terra”. Atos dos Apóstolos 3:24 – 25.

Sobretudo, se a parte bíblica mais importante ocorrida no Maior Evento da Terra desde Gênesis (excetuando-se o Grande Evento Jesus, o Messias), na qual aconteceu a oficialização, a promulgação e a propagação das Leis de Deus ao homem (primeiramente a Israel) tem de ser ignorada pelos cristãos, então os livros escritos inicialmente para Israel, tais como os Salmos, Daniel, Isaías, Elias e outros, como também Malaquias, onde aí todos os pastores buscam a melhor legitimação dos dízimos (além de Mateus 23:23) teriam, também, obrigatoriamente de ser ignorados. Não se pode usar dois pesos e duas medidas, mesmo porque Jesus citou, por várias vezes, preceitos dos antigos profetas valendo também no Evangelho (Lucas 4:14-20)

O Concerto, realizado pelo Senhor Deus com os Israelitas, foi destinado a nós, também, no Evangelho, com o Novo Concerto e com o Novo Sacerdote Definitivo, Jesus Cristo, que jamais anulou um só til das Leis de Deus Pai, esse mesmo Senhor que decretou, solenemente, que não faz distinção de pessoas ou de raças e que todos são iguais perante ele, tanto nós outros, quanto judeus, brancos, negros, pardos, amarelos, nativos, indígenas, aborígenes, esquimós e quanto a todos os demais povos do mundo, civilizados ou não. Se têm corpos diferentes uns feios fisicamente e outros bonitos, o que importa é que o espírito deles tem de ser belíssimo como os anjos de Deus, pois, de acordo com cada um, viverão no Reino de Deus eternamente.

“Porque, na ressurreição, nem se casam, nem se dão em casamento; são, porém, com anjos do Céu”. Jesus, em Mateus 22:30.

Quanto a essa herança e à promulgação divina no Monte Sagrado, os israelitas de hoje representam apenas 0,02% da Humanidade, ou seja: pouco mais de 15 milhões de pessoas contra sete bilhões de almas, sendo, ainda, que desse número insignificante, apenas 7% dos judeus são religiosos. Pergunta: Se preocuparia o Senhor Deus, extremamente sábio e coerente, apenas com 15 milhões de judeus contra sete bilhões de almas no Mundo? Cuidado com a incoerência!

O Espírito Santo de Deus, por intermédio do apóstolo Paulo, revela, inequivocamente, que também nós do Evangelho somos os diretos herdeiros dos israelitas. Ora, os herdeiros herdam os bens, as bênçãos, mas também as obrigações:

“E todos os profetas, a começar por Samuel, assim como todos os que depois falaram, também anunciaram estes dias. Vós sois os filhos dos profetas e da aliança que Deus estabeleceu com vossos pais, dizendo a Abraão: Na tua descendência serão abençoadas todas as nações da Terra”. Atos dos Apóstolos 3:24 – 25.

Para reforçar tudo, repetindo, veja que o Senhor faz promessas a toda carne sobre a Terra, e não somente a um grupo seleto, no caso, os hebreus israelitas:

“Então me lembrarei da minha aliança, que está entre mim e vós, e entre toda a alma vivente de toda a carne; e as águas não se tornarão mais em dilúvio para destruir toda a carne. E estará o arco nas nuvens, e eu o verei, para me lembrar da aliança eterna entre Deus e toda a alma vivente de toda a carne, que está sobre a terra. E disse Deus a Noé: Este é o sinal da aliança que tenho estabelecido entre mim e entre toda a carne, que está sobre a terra”. Gênesis 9:15.

Para encerrar o assunto sábado, os pobres do domingo têm-se apegado tenazmente ao preceito abaixo, como se essa inserção bíblica de dupla interpretação pudesse afetar o sábado santo de Deus com legitimação tão extensa, direta, repetida e inconfundível, como aqui foi exposto suficientemente que não permite contestação honesta:

“Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados”. Colossenses 2:16.

Na Verdade, o mesmo Paulo que levava toda a sua Igreja a louvar aos sábados , como aqui está mostrado, jamais poderia abominar esse santo dia de Deus, de outra forma, pela alta contradição, todos os seus demais escritos cairiam em descrédito. Então, esse preceito isolado não tem autoridade alguma para anular os santos e benditos sábados do Senhor! Para bem entender esse preceito isolado, Paulo estava se referindo à desobrigação do povo de viver pelas ordenanças antigas que giravam em torno do sábado e das festas de Lua Nova.

Dessa forma, Paulo fez-se entender aos judeus ainda apegados à sua antiga tradição – uma parte deles rebelde ao cristianismo verdadeiro, assim com uma parte dos Gálatas -, que ninguém poderia julgar um cristão pela não observância das ordenanças que cercavam os sábados, como também as que cercavam as festas de Lua Nova. Assim, nenhum cristão ou judeu poderia ser julgado por desrespeitar as duras tradições, regulamentos ou ordenanças e até as cargas pesadas que giravam em torno do sábado dos profetas até João Batista. Por essas ordenanças antigas, aos sábados não se podia dar muitos passos, nem acender o fogo na cozinha, nem fazer qualquer tipo de esforço físico tal como levar alguém a um médico, e se alguém fosse flagrado trabalhando aos sábados, esse poderia ser julgado e até morto (leis escravas e mortais). Quanto a isso, Jesus acusa os fariseus:

“Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com seu dedo querem movê-los”. Jesus, criticando violentamente os fariseus do templo, em Mateus 23:4 e por todos os outros preceitos desse capítulo.

Sobretudo, segundo Colossenses 2:16, Paulo, um tanto irado, espelhou-se no próprio Deus, também irado que, vendo seu povo afastar-se das suas leis, fez um grave desabafo:

“… eis que cercarei o seu caminho com espinhos. Reterei, a seu tempo, o meu trigo e o meu vinho, e arrebatarei a minha lã e o meu linho, que lhe deviam cobrir a nudez. Ninguém a livrará da minha mão. Farei cessar todo o seu gozo, as suas Festas de Lua Nova, os seus sábados e todas as suas solenidades. Devastarei a sua vide e a sua figueira…”. Maldições do Senhor ao seu povo desobediente e ingrato, em Oséias, capítulo 2.

Sabemos que o Senhor Deus Imutável jamais pretendeu acabar com o Sábado cravado nas Rochas, nomeado por ele como Santo, Solene e abençoado, também da mesma forma procedeu com as festas de Lua Nova e, do mesmo modo, repetindo, o apóstolo Paulo imitou o Criador, desabafando, pois nunca houve a menor condição da abominação dos sábados por ele, como já vimos. Diferente disso, Paulo teria sido um alto contraditório e isso é impossível, pois falava e agia sob a orientação segura do Espírito Santo de Deus!

A elaboração desse tratado não teria sido necessária se os cristãos de todos os seguimentos não se sujeitassem passivamente a todo e qualquer ensinamento de pastores, de clérigos católicos, de ortodoxos, de teólogos, de entendidos, de anciãos ou de pregadores, se invariavelmente conferissem direta e unicamente nas Escrituras tais ensinamentos, pois elas são a base única e absoluta de todo o conhecimento cristão e da Fonte da Verdadeira Sabedoria.

Além disso, que com toda a atenção possível, estudassem, sem pressa alguma, com bastante concentração e interesse os ensinamentos dos Escritos de Deus, principalmente meditando bastante sobre cada preceito, mas sempre atentos ao conteúdo por inteiro do que o evangelista quer nos repassar, pois, às vezes, atendo-nos apenas a um preceito isolado, o significado pode ser diferente e até desastroso quando não abrange conteúdo por inteiro do texto todo ao qual se deve ter toda a atenção e, para isso, a meditação cuidadosa é primordial.

Por exemplo, se tentarmos interpretar o preceito isolado: “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz(Colossenses 2:14) pode parecer que o apóstolo Paulo estaria nos revelando que as Dez Leis de Deus “já eram”, mas estudando-se o contexto por inteiro, facilmente verificaremos que o evangelista se refere especificamente às leis que escravizavam o homem (a cédula que era contra nós, os rudimentos do mundo), mas apesar da completa e absoluta impossibilidade divina de suprimir-se uma simples vírgula do Decálogo, mesmo assim eles afirmam, descarada e temerariamente, desmentindo a Jesus, que as leis foram pregadas na cruz com Cristo. Mas o significado de Colossenses 2:14 é outro, ou seja: o Evangelho está se referindo às leis antigas que não tiveram lugar no Evangelho, leis escravas que por isso mesmo só vigoraram até João e, essas, sim, sendo contra nós, pois até nos matariam, Jesus pregou-as na cruz definitivamente.

No Evangelho, temos a Carta de Paulo aos Gálatas e, posteriormente, essa foi dividida em seis capítulos como se formassem seis cartas, por isso, a busca do entendimento não pode sujeitar-se apenas a um capítulo, mas ao contexto por inteiro que na Carta aos Gálatas foram criados seis capítulos, mas originários de uma só Encíclica.

Evite, também, orientar-se pelas colocações explicativas dos rodapés das bíblias, pois às vezes as orientações são uma lástima, muito principalmente nas Bíblias católicas. Até mesmo algumas nomeações de capítulos pelo homem não conferem integralmente com os textos.

Muito cuidado, também, com as bíblias modificadas, atualizadas, pois quase sempre essas modificações não retratam totalmente as originais. Vamos a um só exemplo, esse de alta gravidade? Em algumas Bíblias católicas de hoje, os clérigos tiveram a extrema e temerária audácia de MUDAR os textos de Deus, principalmente Apocalipse 1:10 em sua doutrina, que nas bíblias originais, tais como a tradução de João Ferreira de Almeida (https://www.bibliaonline.com.br) Está Escrito:

“Eu fui arrebatado no Espírito no dia do Senhor, e ouvi detrás de mim uma grande voz, como de trombeta”. Apocalipse 1:10.

Mas os clérigos católicos, certamente sob a orientação do próprio Belzebú, tentaram novamente modificar a Palavra de Deus Escrita para extirpar o sábado santo do Decálogo:

“Eu fui arrebatado no Espírito num domingo, no Dia do Senhor… Coisa de Satanás!

Ora, jamais encontraremos nas Escrituras por inteiro a palavra domingo aliada ao Dia do Senhor!

Como entendemos biblicamente, segundo o exemplo aqui citado em I Reis, capítulo 13, verso 11 e seguintes, segundo seus desígnios e segundo a autonomia de procedimentos, o livre arbítrio, propriedade de nossa criação, o Senhor Deus não virá apontar os erros de interpretação bíblica de fácil entendimento, como aqui está proposto sobre o Sétimo Dia e o culto à imagens e nem virá para advertir sobre a tentativa de mudar a Palavra Escrita tal como na inserção do tal domingo como o “Dia do Senhor”, pois a Verdade Está Escrita e jamais poderá ser mudada, como também Está Escrito, ao final da Bíblia, graves castigos e maldições a quem tentar mudar a Palavra de Deus:

“Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro. O clero católico acrescentou às Bíblia modernas o Domingo como o “Dia do Senhor” (Apocalipse 1:10.

E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro”. Apocalipse 22:18-19.

O clero católico pisou e pisa sobre dois dos Mandamentos de Deus e, infelizmente, inconsequentemente, também os evangélicos atropelaram um deles.

Está Escrito acima: Deus tirará sua parte do LIVRO DA VIDA, ou seja: também os pastores evangélicos, que ensinam errado (como mostrei aqui do modo mais completo possível) não alcançarão a Salvação Eterna, por isso mesmo, não tenho receio algum de dizer, segura e claramente, que também os pastores evangélicos e congêneres ingressaram e ingressam nessas pragas e maldições por terem cortado em suas doutrinas a Lei do Sétimo Dia cravadas nas Rochas do Monte Sagrado do Senhor Deus para validade absolutamente perpétuas! Quem morrer verá, no Grande Dia da Volta de Jesus, quando os fariseus que se posicionaram contra o Decálogo, ou parte dele, serão cobrados com alto rigor!

Na busca da Verdade do Espírito Santo de Deus, para obtermos todo o entendimento bíblico suficiente, temos de pedir, diretamente ao Senhor, todos os dias, para que nos brinde com a Sabedoria Maior para que por ela consigamos entender, perfeitamente, o Recado de Deus Escrito, a Única Fonte Confiável que tem de ter, obrigatoriamente, completa e absoluta preponderância sobre todas as doutrinas e tradições, teologias e sabedorias presumidamente cristãs, pois ele, o Senhor, prometeu-nos essa maravilha e ele é sempre fiel aos que lhes são fiéis. Exatamente dessa forma busquei a sabedoria suficiente para escrever este Tratado sobre as leis de Deus, pois tal procedimento vale bem mais e é muito mais útil do que o estudo de anos de doutorado em Teologia.

“Se alguém desejar sabedoria, peça ao Senhor que a concede liberalmente a todos os que pedirem. Mas peça-a com fé, sem nenhuma vacilação, porque o homem que vacila assemelha-se à onda do mar levantada pelo vento e agitada de um lado a outro. Não pense, portanto, que tal homem (ou mulher) alcançará coisa alguma do Senhor, pois é um homem inconstante em todo o seu proceder”. Tiago 1:5 – 6.

“Eu voz bendigo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondestes estas coisas dos sábios e entendidos, e as revelastes aos pequeninos”. Revelações de Jesus, em Mateus 11:25.

“Feliz o homem que encontrou a sabedoria, daquele que adquiriu a inteligência, porque vale mais esse lucro que o da prata e o fruto que se obtém é melhor que o fino ouro”. Provérbios 3:13.

Quanto ao Deus imutável, que não fica em nosso tempo a repetir leis já instituídas e propagadas por ele nas Escrituras, mesmo estando a maioria cristã em erro, como apontados nesse Tratado, há um bom exemplo disso na Bíblia, abaixo colocado. Atente-se a isso, irmão, pois assim como Deus instituiu as leis e gravou-as nas rochas, a obediência a elas ou não fica por sua conta e risco. O Senhor não vai ficar a avisá-lo novamente da importância da obediência, pois tudo o que tinha a dizer-lhe já o fez com o Último dos Profetas: Jesus Cristo e, assim, na falta da observância da Palavra Escrita, no Grande Dia de Jesus, no caso de erro seu, de desobediência, de nada vai adiantar apegar-se à misericórdia de Jesus se viveu a desviar-se dos preceitos dele e do Santíssimo Pai! Quanto a isso, não se esqueça de que se Jesus pregou o amor, pregou também e por muitas vezes o castigo pelo fogo aos que merecerem! Se Deus é misericordioso, só o será a quem fizer por merecer.

O exemplo abaixo vem bem ao caso a favor da presente argumentação: Deus promulgou uma ordem direta, uma só vez, a um profeta e, depois disso, essa ordem divina foi corrompida pelo homem, fosse de boa vontade ou não. Por ter-se ligado mais ao homem que a Deus, por não ter levado em conta que Deus nunca muda e que a ele devemos OBEDIÊNCIA, ele voltou a comunicar-se com o profeta, novamente, mas apenas para condená-lo pela desobediência.Por isso, cuidado com os ensinamentos do homem. Prefira e confira tudo nas Escrituras! Vamos ao exemplo citado:

As Escrituras, em I Reis, capítulo 13, verso 11 e seguintes, expõem a Palavra de Deus como sendo absolutamente mais importante que as orientações do homem, mesmo que essas nos pareçam importantes e seus argumentos nos pareçam bem consistentes, relevantes e esclarecedores (como acontece hoje com as diversas doutrinas ditas cristãs). Por esses versos citados, Deus enviou um dos seus profetas para alertar o povo de Betel para o grande perigo da prática da idolatria.

Deus havia determinado a esse seu profeta que não comesse nem bebesse absolutamente nada enquanto permanecesse naquela cidade. Mas, depois disso, ao voltar após ter cumprido a missão, outro profeta, talvez até bem intencionado, quem sabe, alcançou-o, quando se retirava, e lhe disse (aqui de modo resumido):

“Sou um profeta como tu. Um anjo falou-me da parte do Senhor para que viesse a ti e o fizesse voltar para cear e beber conosco”.

Confiando no homem – assim como acontece ainda hoje -, ao achar que tudo era verdade, esquecendo-se das diretas e imutáveis recomendações de Deus que hoje nos chegam através da Palavra Escrita, o profeta aceitou retornar, mas depois do erro o Senhor Deus advertiu-o condenando-o:

“Tu voltaste, comeste e bebeste no lugar em que te proibi, portanto morrerás estraçalhado pela boca de um leão”. E assim aconteceu. O profeta que preferiu seguir a orientação dos homens, desprezando a do Senhor (mesmo com boas intenções), teve o corpo estraçalhado por um leão faminto.

Refletindo, tal como ocorreu com nossos primeiros pais, Adão e Eva, aquele profeta ignorou as determinações do Senhor, que nunca mudam, para seguir sugestões outras lhes dirigidas, mesmo que parecessem corretas e legítimas (aplica-se aqui a tradição anti-sabática e da fabricação, uso e culto com imagens).

No caso de Adão e Eva, ambos foram enganados por um ser inteligente, professor do engano, no caso, Satanás, esquecendo-se das diretas determinações do Criador e, no caso do profeta em Betel, esse também se esqueceu das determinações do Senhor, que nunca mudam, para seguir recomendações dos homens, mesmo que parecessem verdades bem intencionadas, como acontece hoje com o sábado e com as imagens católicas e ortodoxas, por isso foi castigado. Lembre-se que Deus não interferiu nos procedimentos de Adão e Eva, nem do profeta, segundo o livre arbítrio deles: ordenou e foi desobedecido (não importa como) e como desobedeceram foram castigados! Por isso (não importa como), fuja das orientações do homem se essas destoarem, em um só ponto, da Palavra Escrita, venham elas de pastores, de clérigos, de anciãos, de livros, por mais que aparentem ser Verdades de Deus!

Fora a doutrina católica que com certeza foi elaborada pelo próprio Belzebú, mas por que os evangélicos, de quase todas as denominações santificam o domingo que não existe na Bíblia?

Infelizmente, Lutero, no seu êxodo do catolicismo, na Separação, por ser ex-padre católico, não conseguiu desligar-se completamente da mais que secular doutrina católica. Continuou a chamar a santa em vida, a mãe de Jesus ,de “Mãe de Deus” nascida sem o pecado original e prestando culto a ela. Gottfried Maron Fontes do livro “Maria na Teologia Protestante” do Rev. Concilium, n° 188, de agosto de 1983.

As considerações finais de Lutero sobre a idolatria mariana foram solidificadas no sermão em Wittenberg, um mês antes de sua morte.

Por conta de sua antiga tradição cristã, Lutero manteve a missa católica, com velas, e sua primeira missa evangélica foi levada a efeito na noite de 24 de dezembro de 1521.

Lutero, que também guardava o domingo católico, ensinou errado em suas teses: “Devemos rezar a Nossa Senhora, a Bem-Aventura Virgem Maria, para que Ela venha em nosso socorro, porque realmente nós não sabemos o que será de amanhã. E realmente parece que toda essa ruína trará consequências terríveis ao mundo”. (que grande tolice). Ainda bem que com o passar do tempo as novas fundações de congregações evangélicas foram abolindo os erros de Lutero, mas INFELIZMENTE, o maior dos erros de Lutero não foi abolido: o tal domingo do papado romano do engano satânico:

“A Igreja de Deus, porém, achou conveniente transferir para o domingo a solene celebração do sábado”.Catecismo católico, Edição 2, Editora Vozes, Petrópolis, RJ. 1962.

“Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho”. Atos 20:29.

Lutero conservou, também, a ridícula crença no tal Purgatório das almas penadas, como também, em sua tese 29, chama de santos e santas homens e mulheres mortos “santificados” pelo papado romano. Mas onde e como o sábado santo de Deus foi sendo abolido para dar lugar ao tal domingo?

No dia 7 de março de 321, o imperador romano Constantino promulgou a primeira lei civil acerca do domingo. Ele decretou que todas as pessoas do império romano, que não fossem fazendeiros ou agricultores, deveriam descansar no domingo. Juntamente com outras cinco leis decretadas por ele estabeleceu o Dia do Sol romano, o domingo, como um precedente legal para todas as legislações civis relativas a respeito do tal domingo (que na época tinha o valor de uma segunda-feira de hoje). E essa lei civil, por conta, também, do braço forte do papado romano do engano satânico, infelizmente perdura até nossos atuais, gravíssimo erro bíblico sendo acatado inteiramente pela quase totalidade dos evangélicos que se dizem “da Bíblia, somente da Bíblia!”. Mas o certo é que, na prática, são “Da Bíblia, mais ou menos da Bíblia”.

Pelo Concílio de Laodicéia (século IV) o papado romano iniciou um processo que certamente, gerenciado por Satanás, levaria à proibição final de os cristãos guardarem o sábado, enquanto o domingo ia sendo cada vez mais valorizado, fazendo valer as profecias de Daniel:

“E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo”. Daniel 7:25

Quanto a isso, Summerbell, historiador dos discípulos de Cristo e da igreja cristã, escreveu:

“A igreja Romana havia se apostatado totalmente… Ela alterou o Quarto Mandamento, trocando o descanso do sábado, ordenado pela Palavra de Deus, ao instituir o domingo como Dia Santo do Senhor”. A True History of the Christian and the Christian Church, pg. 417.

Os escritores católicos contestam, acreditando ser o papa o Deus na Terra, configurando-se um dos maiores absurdos de todos os tempos: Obrigar Deus a mudar suas leis perpétuas:

“O papa é de tão grande autoridade e de um poder tão grande que pode modificar, explicar ou interpretar mesmo as leis divinas… O papa pode alterar a lei divina, visto que o seu poder não procede do homem, mas do próprio Deus, e atua como vice regente de Deus sobre a Terra com amplitude de poder para atar e desatar os membros de sua grei (santo povo)”, “Papa II, Lucius Ferraris, Prompta Bibliotheca, v. , pg. 25). Apenas poder mundano e provisório!

Novamente a débil fragilidade espiritual dos escritores católicos que atribuem a criação do dia de descanso aos papas católicos:

“Não o Criador do Universo, em Gênesis 2, mas a Igreja Católica pode reivindicar para si a honra de haver outorgado ao homem um repouso a cada sete dias. Storia della Domenica, S.D. Mosna, de 1969, pg. 366. Imensa tolice católica!

“Deus simplesmente concedeu à Sua Igreja o poder para dispor de qualquer dia ou dias que achar apropriado(s) como dia(s) sagrado(s). A Igreja escolheu o domingo, primeiro dia da semana e, no decurso dos anos, adicionou outros como dias sagrados (dias de “santos e santas). Fonte: Forbidden Sunday and Feast-Day Occupations, de Vicent J. Kelly, pág. 2. Uma idiotice gigantesca!

Afirmação extraída do órgão oficial do Cardeal James Gibbons, o Catholic Mirror, de 23 de novembro de 1893:

“A Igreja, em virtude de sua divina missão, mudou a solenidade do dia de sábado para o domingo.” The Christian Sabbath, pg. 29 a 32. Divina missão? Divina missão? Só os tolos podem acreditar numa besteira desta!!

“A Igreja Católica, por sua própria infalível autoridade, criou o domingo como dia santificado para substituir o sábado, da velha lei.”[Extraído de Kansas City Catholic, de 9 de fevereiro de 1893. Coisa de Satanás!

Ora, se até Simão Pedro errou, mesmo depois de ter recebido as línguas de fogo do Espírito Santo (Gálatas 2.11), considerado pelo clero como o “primeiro papa” que deu sua vida por Jesus, como a Igreja Católica tem o descaramento de nomear como infalíveis os habitantes de palácios dos reis, que tantas barbaridades seculares cometeram contra o Senhor Deus Imutável e contra o Mundo?

“Em parte nenhuma (da Bíblia) figura o domingo como dia do Senhor… Nós, católicos romanos, guardamos o domingo em lembrança da ressurreição de Cristo, e por ordem do chefe da nossa Igreja, que preceituou tal ordem do sábado ser do Antigo Testamento, e não obrigar mais no Novo Testamento.” Ataques Protestantes. Padre Júlio Maria, pg. 81.

“O Decálogo preceitua guardar os sábados e não os domingos. Foi a Igreja Católica… que transmudou os dias.” O Culto das Imagens, pag. 45. Pe Etiene Ignace Brasil.

É por isso que amo muito a frase: A Bíblia, somente a Bíblia. Pois é a única informação confiável que o Senhor Deus nos deixou, pois está devidamente Escrita para aprender, para dirimir dúvidas como também para desmentir os fariseus e suas tradições e doutrinas. Os Salmos já alertavam:

“É melhor buscar refúgio no Senhor, que confiar nos homens”. Salmos 118:8.

Resumo: Está na Bíblia? Aceite e obedeça fielmente mesmo que alguns preceitos não estejam de acordo com doutrina de sua congregação! Não está na Bíblia? Fuja das orientações do homem! Quanto a isso, em minhas peregrinações por várias congregações evangélicas, testemunhei, segundo a Bíblia, graves deslizes de pastores e de “pastoras”.

Se o irmão ou a irmã conscientizou-se de que o sábado é para sempre e tem de ser respeitado a todo custo, mas tem fortes raízes em qualquer das congregações e igrejas cristãs, digo que não é necessário abandoná-la, pois mesmo continuando em sua Igreja, basta que passe a respeitar o sábado Santo, Solene e Abençoado, cujas regras estão acima colocadas. Segundo entendemos, pela Palavra Escrita, o Senhor amará esse procedimento! É bem melhor assim do que desrespeitar os santos sábados de Deus.

O cristão verdadeiro tem de crer nas Escrituras e aceitar TODOS os preceitos ali inseridos por Deus, pois se aceitar as partes que lhe interessam, mas se esquivar de outros que podem lhe incomodar – exemplo maior o da santificação do sábado, também no Evangelho – ingressa na enganação, no farisaísmo e até na hipocrisia!

Com respeito a dúvidas ou contradições enviadas a mim, eu declaro que responderei a todas. No site abaixo, na página dois, há arquivos congêneres ao assunto aqui proposto:

1) 104 – O sábado é para sempre.

2) 110 – O mundo cristão foi levado a um gigantesco erro.

3) 113 – Por enquanto não há uma só alma humana no Céu.

4) 117 – Deus, o monte, as pedras, o papiro e a humanidade.

5) 119 – O tratado sobre as leis de Deus

6) 129 – O tempo em que Jesus foi menor que os anjos;

Tudo atualizado e colocadas em Word e em PDF.

Se não existissem leis, não poderia haver pecado no mundo.

“TEQUEL: Pesado foste na balança e achado em falta”. Daniel 5:27.

Falando em Daniel, por ele o Senhor Deus profetizou a infeliz mudança do Sábado para o domingo pelo homem e da idolatria a imagens e figuras sacras, como também profetiza a grande violência mortal contra os santos vivos de Deus pela Grande Prostituta do Apocalipse, no caso aqui o papado romano de Satanás, através da Inquisição Católica:

“Proferirá palavras contra o Altíssimo; magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e as leis, e os santos lhe serão entregues nas mãos …”. Quanto a mim, Daniel os meus pensamentos (a respeito) muito me perturbaram e meu rosto empalideceu, mas guardarei essas coisas em meu coração”.

Revelações do Espírito Santo de Deus, em Daniel, 7:25, que profetiza o que o homem chegaria a fazer com a Igreja de Jesus, principalmente na Idade Média, com a Inquisição Católica, com a mudança do sábado para o domingo (mudar os tempos e as leis) e com a instituição do culto com imagens

“Tu, porém, vai até ao fim; porque descansarás, e te levantarás na tua herança, no fim dos dias”. Daniel 12:13, onde revela que também Daniel só alcançará o reino de Deus no Grande Dia de Jesus! Até lá, o Daniel de Deus vai continuar dormindo, segundo João 14:1-3 e I Tessalonicenses 4:13.

Irmão ou irmã, quando a necessária obediência a Deus aos seus 10 Mandamentos, que vale como metade dos merecimentos para a salvação na Eternidade, sabemos que é difícil não pecar, pois só quem nunca pecou foi Jesus Cristo, mesmo quando colocado na Terra abaixo que o menor dos anjos do Reino de Deus, mas quando pecar, se pecar, dê a volta por cima, peça perdão a Deus e recomece tudo. Mas essa regra divina não vale somente para oito ou nove dos Mandamentos de Deus que fazem reconhecer o pecado, mas valem igualmente e com a mesma importância para os dois outros mandamentos do Decálogo que alguns seguimentos tentam fugir da importância bíblica de ambos ou de um só deles.

Portanto, você estará em pecado se continuar a usar imagens, figuras e estatuetas sacras em seus cultos, ou em casa, até a existência de um crucifixo (pois contém uma imagem das coisas do Céu), ou se teimar em desrespeitar os santos sábados de Deus, pois, como disse, pela sua autonomia de procedimentos (o tal livre arbítrio) pode fazer o que quiser: o certo ou o errado que Deus não virá incomodá-lo ainda em vida, mas tenha em conta, que assim como o exemplo do profeta comido pelo leão e de Adão e Eva, que antes foram alertados por Deus mas desobedeceram, da mesma forma o Senhor Deus da bondade, mas também da Justiça, segundo o Apocalipse, não vai interferir em sua idolatria ou no desrespeito do seu Santo Dia, mas no Grande Dia de Jesus, no Julgamento Final, você poderá ser um Inefável Vencedor ou um lamentabilíssimo perdedor. Vale a pena se arriscar?

“Disse-lhes Jesus: Se fôsseis cegos, não teríeis pecado; mas como agora dizeis: Vemos; por isso o vosso pecado permanece”. João 9:41. Traduzindo:

“Quem desconhece não peca, mas ao conhecer e teimar em errar, o pecado permanece”.

Sabe quando um perdedor consegue a vitória? Com Jesus!

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Transcrito de www.segundoasescrituras.com.br por Malva Gomes dos Santos

Atenção: Qualquer produto citado neste post não é um medicamento e não substitui o tratamento médico. Terapias citadas neste post não substituem a visita ao seu médico regularmente.

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