Publicado em Deixe um comentário

Peyronie – A doença da curvatura peniana ou penis torto

A doença ou mal de Peyronie pode ser uma doença física e psicologicamente devastadora. Enquanto a maioria dos homens continuará a ser capaz de ter relações sexuais, tende a experimentar algum grau de deformidade e disfunção erétil, na sequência do processo da doença. Não é incomum para os homens aflitos com a doença de Peyronie apresentarem depressão ou perda de seus parceiros sexuais.

A doença de Peyronie é caracterizada por uma placa ou nódulo duro, que se forma dentro do pênis. A placa tem formato plano e é constituída de tecido cicatricial, desenvolve-se no lado superior ou inferior do pênis, dentro de uma espessa membrana chamada túnica albugínea que envolve os tecidos eréteis.

O início é semelhante a uma inflamação localizada e se desenvolve uma cicatriz endurecida, pode ainda variar de grau leve a grave.

Os sintomas podem se desenvolver lentamente ou aparecer durante a noite. Em casos graves, a placa endurecida reduz a flexibilidade, causando dor e forçando o pênis a se dobrar em forma de arco durante a ereção. Em muitos casos, a dor diminui com o tempo, mas a curvatura do pênis pode continuar a ser um problema, tornando difícil a relação sexual.

A placa em si é benigna, ou não cancerosa (não é um tumor). A doença não é contagiosa e não é conhecida por ser causada por qualquer doença transmissível. Uma placa na parte de cima do eixo, que é mais comum, faz com que o pênis dobre para cima, uma placa na parte de baixo faz com que ele dobre para baixo. Em alguns casos, a placa se desenvolve na parte superior e inferior, levando ao recuo e encurtamento do pênis. Às vezes, a dor, a dobra, e a aflição emocional proíbem as relações sexuais.

Nossa sugestão de tratamento inclui nosodioterapia, florais e chás que estão reunidos em um kit à venda em nosso site:

O mais em se tratando de curvatura peniana, está ainda sem uma verdadeira comprovação científica (ainda em estudos), como vocês podem ver abaixo:

Pesquisadores realizaram estudos com um pequeno grupo de 70 homens. Foram divididos em dois subgrupos, em um destes subgrupos, cuja vitamina E foi ministrada houve resposta da diminuição da placa e melhoria na curvatura peniana

Outros medicamentos orais que têm sido usados incluem o tamoxifeno, colchicina e pentoxifilina. Nenhum estudo conclusivo foi realizado sobre esses medicamentos.Os pesquisadores também tentaram injetar agentes químicos, tais como o verapamil, colagenases, esteróides, e interferon alfa-2b diretamente nas placas. Verapamil e interferon alfa-2b parecem diminuir a curvatura do pênis. O outro agente injetável, colagenase, está passando por testes clínicos e os resultados ainda não estão disponíveis.

Os esteróides, como a cortisona, produziram efeitos colaterais indesejáveis, tais como a atrofia ou morte dos tecidos saudáveis. Outra intervenção envolve a iontoforese, a utilização de uma corrente de energia elétrica indolor para entregar verapamil ou algum outro agente sob a pele na superfície da placa.

Radioterapia, em que os raios de alta energia são destinados a placa, também tem sido utilizada. Como alguns dos tratamentos químicos, a radiação parece reduzir a dor, mas não tem efeito sobre a placa em si e pode causar efeitos colaterais indesejáveis. Tais como a disfunção erétil.

Embora a variedade de agentes e métodos utilizados aponta para a falta de um sugestão comprovadamente testada, novos testes sobre o processo de cicatrização da ferida podem produzir terapias mais eficazes.

Tratamentos Clínicos:

A sugestão clínica está indicada nos pacientes que não apresentam comprometimento da função erétil. Nessa condição, o tratamento objetiva melhorar a dor, curar ou estabilizar a doença. Entre as diversas opções contam-se as seguintes:

Drogas orais (vitamina E, paraminobenzoato de potássio, colchicina e tamoxifeno), drogas intralesionais (corticóides, verapamil e interferon alfa-2b), sugestãos físicos com fontes energéticas (radioterapia, ultra-som, litotritor e laser).

Atenção: Não se automedique existem excelentes profissionais da área terapêutica e médica que saberão cuidar de seu caso.

Cirurgia: Há três procedimentos cirúrgicos para a doença de Peyronie que podem ter oferecer algum sucesso. Um procedimento envolve a remoção ou corte da placa e colocar um pedaço de pele, veia ou material feito a partir de órgãos de animais.

Este método pode endireitar o pênis e restaurar algum tempo perdido com a doença de Peyronie. No entanto, alguns doentes podem sentir dormência do pênis e perda da função erétil.

Um segundo procedimento, chamado de plicatura, envolve a remoção ou beliscar um pedaço da túnica albugínea do lado do pênis em frente à placa, que anula o efeito de flexão. Este método é menos provável de causar disfunção erétil ou dormência, mas não pode restaurar o comprimento ou perímetro do pênis.

Uma terceira opção cirúrgica para implantar um dispositivo que aumenta a rigidez do pênis. Em alguns casos, o implante só vai endireitar o pênis de forma adequada. Se somente o implante não endireitar o pênis, é combinado com um dos outros dois procedimentos cirúrgicos.

A maioria dos tipos de cirurgia produz resultados positivos. Mas as complicações podem ocorrer, porque muitos efeitos da doença de Peyronie (por exemplo: o encurtamento do pênis) geralmente não são corrigidos através de cirurgia. Muitos médicos preferem realizar a cirurgia apenas em homens com curvatura severa o suficiente para evitar relações sexuais.

Outra sugestão é o uso de extensores de pênis, que dizem ser perfeito para homens que têm curvatura peniana.

Como podem ver, há inúmeros caminhos, sugerimos aqui nosso Kit contra o Mal de Peyronie.

Atenção: Qualquer produto citado neste post não é um medicamento e não substitui o tratamento médico. Terapias citadas neste post não substituem a visita ao seu médico regularmente.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *