23/05/2015

O rumor de que a presidente Dilma Rousseff (PT) estaria em fase final de planejamento para aprovar uma lei que obrigaria as pessoas a implantarem chips sob a pele tomou as redes sociais nas últimas semanas.

Pessoas menos estudiosas da Bíblia já imaginaram logo que o “chip da Dilma”, como foi apelidado era o sinal da besta de que nos fala o Apocalipse. A Bíblia ensina que o líder da campanha em defesa da marca da besta será o falso profeta, que está ligado à falsa religião (Ap 13.11-18). Apocalipse 13.15 deixa claro que o ponto chave em tudo isso é adorar “a imagem da besta”.

A marca da besta é simplesmente um meio de forçar as pessoas a declararem do lado de quem estão: do Anticristo ou de Jesus Cristo. Todos terão que escolher um dos lados. Será impossível manter uma posição neutra ou ficar indeciso com relação a esse assunto. A Escritura é muito clara ao afirmar que os que não aceitarem a marca serão mortos.

Mas a Palavra de Deus nos diz claramente que o sinal da besta será um problema dos que estiverem vivendo na grande tribulação, que ocorrerá depois da segunda vinda de Jesus Cristo nas nuvens, quando virá buscar os seus, arrebatando-os e ressuscitando os que por Ele foram salvos de seus pecados pela aceitação de Jesus Cristo como Senhor e Salvador.

A questão central da Tribulação é: Quem tem o direito de governar, Deus ou Satanás? Deus vai provar que é Ele quem tem esse direito. Pela primeira e única vez na história, as pessoas terão uma data limite para aceitarem o Evangelho. Por enquanto, todos podem aceitar ou rejeitar essa mensagem em diferentes momentos da vida; alguns o fazem na infância, outros no início da fase adulta, outros na meia-idade, e alguns até na velhice. Mas, quando vier a Tribulação, as pessoas terão que tomar essa decisão de forma imediata ou compulsória por causa da marca da besta, de modo que toda a humanidade será deliberadamente dividida em dois segmentos. O elemento polarizador será precisamente a marca da besta, conforme está escrito em (Ap 13.16) : “…todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos”… Todos terão que escolher de que lado ficarão, de Deus ou do Diabo.

Essa construção “abrange todas as pessoas, de todas as classes sociais, ordenadas segundo sua condição financeira, abrangendo todas as categorias culturais, instituindo a universalidade do assunto. A Escritura é muito clara. O falso profeta vai exigir uma “marca” em sinal de lealdade e devoção à besta, e essa marca será “sobre a mão direita” – não a esquerda – “ou sobre a fronte” (Ap 13.16).

Já dá para entender que o chip, sendo ou não da Dilma, não é o sinal da besta, pois ele será colocado sob a pele e não sobre a pele como nos diz as escrituras. O sinal da besta será visível, e o chip que substituirá os documentos que carregamos hoje, será invisível, posto que será inserido sob a pele.

A marca da besta deverá ser algum tipo de tatuagem ou estigma, mas de fácil identificação de que lado estará o portador, do diabo, é claro, pois os que aceitarem a Jesus Cristo depois que ele vier pela segunda vez, não se deixaram marcar, mesmo que sejam condenados à morte.

Uma das muitas mentiras do Anticristo, é de que aos marcados com seu sinal ele oferecerá proteção contra a ira de Deus – uma promessa que ele não tem condições de cumprir – e sua marca é visível e externa. Como os que receberem a marca da besta o farão voluntariamente, é de supor que as pessoas sentirão um certo orgulho de terem, em essência, a Satanás como seu dono. Uma Identificação traiçoeira, que além de servir como indicador visível da devoção ao Anticristo, a marca será a identificação obrigatória em qualquer transação comercial na última metade da Tribulação (Ap 13.17).

Este sempre foi o sonho de todos os tiranos da história – exercer um controle tão absoluto sobre seus vassalos a ponto de decidir quem pode comprar e quem pode vender. Ao longo da história, muitos têm tentado marcar certos grupos de pessoas para o extermínio, mas sempre houve alguns que conseguiram achar um meio de escapar. Porém, à medida que a tecnologia avança, parece haver uma possibilidade cada vez maior de bloquear praticamente todas as saídas. O Anticristo não permitirá que alguém compre ou venda se não tiver a marca, e o que possibilitará a implantação desta política será o fato da sociedade do futuro não usar mais o dinheiro vivo como meio de troca. O controle da economia, ao nível individual, através da marca, encaixa-se perfeitamente no que a Bíblia diz a respeito do controle do comércio global pelo Anticristo, delineado em Apocalipse 17 e 18.

A segunda metade de Apocalipse 13.17 descreve a marca como “o nome da besta ou o número do seu nome”. Isso significa que “o número do nome da besta é absolutamente equivalente ao nome. Essa equivalência indica que, como nome, ele é escrito com letras; mas, como número, é o análogo do nome escrito com algarismos”. O nome do Anticristo será expresso numericamente como “666”.

Podemos calcular o número da besta? Acho difícil e desnecessário.

O principal propósito de alertar os crentes sobre a marca é permitir que eles saibam que, quando em forma de número, o “nome” da besta será 666. Assim, os crentes que estiverem passando pela Tribulação, quando lhes for sugerido que recebam o número 666 na fronte ou na mão direita, deverão rejeitá-lo, mesmo que isso signifique a morte. Outra conclusão que podemos tirar é que qualquer marca ou dispositivo oferecido antes dessa época não é a marca da besta que deve ser evitada.

Muitos têm tentado descobrir a identidade do Anticristo através de cálculos numéricos. Isso é pura perda de tempo. A lista telefônica está cheia de nomes que poderiam ser a solução do enigma, mas a sabedoria para “calcular” o nome não é para ser aplicada agora, esse conhecimento é para ser usado pelos crentes durante a Tribulação.

Em 2 Tessalonicenses 2:6, Paulo ensina que, durante a presente era da Igreja, o Anticristo está sendo detido. Ele será “revelado somente em ocasião própria”. Ao escolher a palavra “revelado”, o Espírito Santo quis indicar que a identidade do Anticristo estará oculta até a hora de sua revelação, que ocorrerá em algum momento após o Arrebatamento da Igreja. Portanto, não é possível saber quem é o Anticristo antes da “ocasião própria”. O Apocalipse deixa bem claro que os crentes que estiverem na Grande Tribulação saberão na hora certa quem é o Anticristo.

O Apocalipse não deixa dúvida de que durante a Tribulação todos os crentes saberão que receber a marca da besta será o mesmo que rejeitar a Cristo. Durante a Tribulação, todos os cristãos terão plena consciência disso onde quer que estejam. Nenhuma das hipóteses levantadas no passado, ou que venham a ser propostas antes da Tribulação, merece crédito.

O mais importante nessa passagem é que podemos nos alegrar em saber que a identificação do futuro falso Cristo ainda não é possível, mas o será quando ele ascender ao trono.

Muitos têm feito as mais variadas hipóteses sobre a marca da besta. Alguns diziam que ela seria como o código de barras utilizado para identificação universal de produtos. Outros imaginaram que seria um chip implantado sob a pele, ou uma marca invisível que possa ser lida por um scanner. Contudo, essas conjeturas não estão de acordo com o que a Bíblia diz.

A marca da besta – 666 – não é a tecnologia do dinheiro virtual nem um dispositivo de biometria. A Bíblia afirma de forma precisa que ela será:

· a marca do Anticristo, identificada com sua pessoa

· o número 666, não uma representação

· uma marca, como uma tatuagem

· visível a olho nu

· sobre a pele, e não dentro da pele

· facilmente reconhecível, e não duvidosa

· recebida de forma voluntária; portanto, as pessoas não serão ludibriadas para recebê-la involuntariamente

· usada após o Arrebatamento, e não antes

· usada na segunda metade da Tribulação

· necessária para comprar e vender

· recebida universalmente por todos os não-cristãos, mas rejeitada pelos cristãos

· uma demonstração de adoração e lealdade ao Anticristo

· promovida pelo falso profeta

· uma opção que selará o destino de todos os que a receberem, levando-os ao castigo eterno no lago de fogo.

Vamos aceitar o chip da Dilma, ele apenas facilitará unificando nossa documentação. E de mais a mais, já vivemos “chipados”, tem chip em nossos celulares, nos cartões de crédito, nos cartões das contas correntes, nos de poupança, nas portas de hotéis, nos cartões de vale transportes e em muitos outros lugares. O chip da Dilma ou equivalente, será apenas mais um.

Ainda é tempo de aceitar Jesus Cristo como seu Salvador Pessoal, ser por Ele arrebatado quando ele vier nas nuvens, pois Ele não porá os pés na terra nesta segunda vinda. Aceite-o para evitar viver na Grande Tribulação e, se você morrer antes que Ele venha, você será ressuscitado quando ele vier e subirá para encontra-lo nas nuvens, com seu corpo incorruptível, perfeito, sem mácula, como nos diz a Palavra de Deus.

Malva Gomes dos Santos

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