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Hortaliças: Rúcula, Salsa, Salsão (aipo)

Indicações terapêuticas: A rúcula ajuda no funcionamento do intestino, atuando como anti-inflamatório nas colites.

Origem: hortaliça originária do mediterrâneo e da Ásia ocidental, a rúcula é uma planta de sabor picante, também conhecida como pichão, e é muito consumida na Itália.

Características: também conhecida como mostarda persa, é uma planta da família da mostarda e também tem sabor picante, embora seja mais forte e mais amargo, o que restringe seu uso, porque pode interferir nos demais alimentos.

Como comprar: é vendida em maços. Quando fresca, as folhas devem bem verdes, firmes e viçosas. Se estiverem amareladas, murchas ou com pequenos pontos pretos, não servem para o consumo.

Quantidade: deve-se calcular 1 maço para 4 pessoas (se for preparar em forma de salada) e comprar 2 maços, se a intenção for refogar.

Como conservar: se colocar num saco plástico e guardar na gaveta inferior da geladeira aguenta por 2 ou 3 dias.

Como consumir: é um excelente equilíbrio para as refeições mais pesadas. As formas de preparo podem ser: – crua, em saladas; – refogada; – recheio de pizzas ou, como sempre, conforme a criatividade e o gosto pessoal de cada pessoa.

Composição: é semelhante a da mostarda, já abordada nesta série:

– rica em proteínas;
– vitaminas A e C;
– sais minerais;
– cálcio;
– ferro;
– fósforo;
– potássio;
– sódio;
– manganês e magnésio.

Valor calórico: 100 gramas de rúcula crua fornecem 19 calorias.

Indicações terapêuticas: ajuda no funcionamento do intestino, atuando como anti-inflamatório nas colites.

SALSA

Origem: Europa, mas já era cultivada desde os tempos dos romanos, em hortas residenciais.

Outros nomes: também conhecida como salsinha, salsa-de-cheiro ou salsa-das-hortas.

Características: é usada tanto como uma verdura, quanto condimento e até como planta medicinal.

Modo de consumir: as folhas, as raízes e as sementes da salsa, compõem diversos pratos, além de enfeitá-los.

Muito usada em: sopas, molhos, feijões, carnes, legumes, peixes, saladas, farofas, patês, pastas, etc.

Composição: é muito rica em pro-vitamina A (beta-caroteno), vitamina C e vitaminas do complexo B, sais minerais (Cálcio, potássio, fósforo, enxofre, magnésio e ferro).

Valor calórico à 100 gramas, fornecem 43 calorias.

Indicações terapêuticas: a salsa é excelente para os rins, pois evita a formação de pedras; é um diurético natural, acalma os nervos, ajuda a fazer a digestão, melhora a pele, purifica o hálito.

SALSÃO (aipo)

Origem: Região mediterrânea.

Outro nome: também é conhecido como aipo.

Modo de comprar: pode ser comprado em maços ou solto por unidade. Deve-se observar as seguintes características:

– folhas: bem abertas e de cor verde escuro e brilhante;
– deve estar bem pesado;
– se estiver leve demais, está murcho por dentro.

Modo de conservar: lave bem e coloque num saco plástico, levando-o à gaveta própria da geladeira, mas, por ser bastante frágil, guarde-o só por, no máximo, 4 dias.

Modo e consumir:

– As folhas dão sabor especial a sopas e molhos;
– os talos podem ser servidos crus, em saladas, ou cozidos junto com outros legumes. Pode servido também como entrada, com a característica de estimular o apetite.

Composição:

– pequenas quantidades de vitamina C e E betacaroteno;
– sais minerais (cálcio, potássio, ferro, fósforo, sódio e magnésio);
– celulose (fibras).

Observação: deve ser evitado por pessoas que tenham restrição ao sal, pois tem bastante sódio.

Valor calórico: 100 gramas de aipo fornecem 21,6 calorias

Indicações terapêuticas:

– auxilia no controle do colesterol e da pressão arterial;
– é diurético;
– é calmante;
– anticancerígeno;
– recomendado para atletas, devido ao seu conteúdo de potássio.

Atenção: Qualquer produto citado neste post não é um medicamento e não substitui o tratamento médico. Terapias citadas neste post não substituem a visita ao seu médico regularmente.

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