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Hortaliças: Fava

Indicações terapêuticas: a maior virtude da fava tem sido desenvolvida a partir da extração da rutina, que é extraída da fava d'anta, na confecção de medicamentos, vitaminas sintéticas, complementos alimentares, etc. O que se constata é que o brasil tem a maior reserva do mundo dessa árvore, e chega a produzir 1.300 toneladas de rutina por ano – 62% do mercado mundial. As principais aplicações da rutina é na senilidade, retardando o envelhecimento, além de cuidar das doenças típicas da idade.

Origem: cultivo inicial na região do mar mediterrâneo; – na idade média, já era muito usada na alimentação humana. Foi trazida para américa do sul e américa central.

Características: é uma árvore do tipo trepadeira, que produz vagens grandes, tendo no interior, grãos grossos, ovalados e achatados, com a cor verde clara. Quando está ainda verde, é considerada uma hortaliça e, depois de seca, é classificada como leguminosa, tal e qual o feijão, que será visto a seguir. Tem uma grande capacidade de adaptação, e seu cultivo ainda restrito, deve-se ao grande consumo do feijão, tradicionalmente preferido pela maioria da população. Outras dificuldades para a sua aceitação são: – o sabor e o tempo de cozimento mais longo.

Modo de comprar: o cálculo da quantidade deve ser feito, levando em conta que 1 quilo dá para 4 ou 5 pessoas a fava fresca, em vagem, pode ser comprada por quilo, em feiras livres, quitandas e supermercados. Procure escolher as vagens mais grossas e que não tenham manchas escuras ou amareladas, sem mau cheiro, e as mais brilhosas.

Modo de conservar: a fava dura cerca de uma semana, se for devidamente acondicionada em saco plástico e imediatamente guardada na gaveta inferior da geladeira.

Modo de consumir: como toda hortaliça desse tipo, precisa ser colocada de molho, antes de preparar para o consumo. Usualmente, é utilizada em: – sopas; – cozida; – saladas; – purês, e tudo o mais que a criatividade culinária indicar, como já temos dito sempre aqui.

Composição: é rica em sais minerais ( – fósforo, – magnésio, – ferro, mas tem pouco cálcio); – proteínas; – vitaminas (do grupo b, principalmente).

Valor calórico: servida fresca, fornece 60 kcal e seca, 300 kcal

Indicações terapêuticas: a maior virtude da fava tem sido desenvolvida a partir da extração da rutina, que é extraída da fava d'anta, na confecção de medicamentos, vitaminas sintéticas, complementos alimentares, etc. O que se constata é que o brasil tem a maior reserva do mundo dessa árvore, e chega a produzir 1.300 toneladas de rutina por ano – 62% do mercado mundial. As principais aplicações da rutina é na senilidade, retardando o envelhecimento, além de cuidar das doenças típicas da idade.

Origem: oriundo da américa central, migrou para o resto do mundo, com os seus mais diversos tipos, como veremos a seguir, sendo que para a europa, é cultivado desde o século 16. O feijão de corda teve origem na áfrica e entrou no brasil, provavelmente, pela bahia, trazido pelos colonizadores.

Tipos: – branco; – vermelho; – frade; – catarino; – carioquinha; – manteiga; – verde; – roxo; – de corda, cultivados e usados conforme a preferência de cada um:

  • Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná à preferem os feijões cultivados na própria região, seja o feijão preto ou em cores;
  • São Paulo feijões de cores como: – roxinho, de minas; – opaquinho; – rosinha ou chumbinho, do paraná; – roxão ou roxinho, de goiás, dentre outros;
  • Rio de Janeiro preto lustroso;
  • Norte e Nordeste caupi, macassar ou feijão de corda
  • Outros estados à produzidos no próprio estado, sejam pretos ou em cores.

Modo de comprar: algumas espécies podem ser tóxicas, daí a preocupação que se deve ter ao adquirir feijão, sem que se saiba a procedência, principalmente aqueles que são vendidos a granel, não industrializados. Fora isso, devem-se procurar feijões novos, detectados pelo aspecto brilhoso.

Modo de consumir: cozido: para a maioria dos brasileiros, é a maneira mais utilizada, sendo indispensável durante as refeições. Além de acompanhar o arroz, faz parte de inúmeros pratos, tais como: – feijoada; – feijão tropeiro; – tutu à mineira; – caldinhos quentes, etc.

Obs.:

1 – Seu consumo deve ser evitado à noite, pouco antes de deitar, porque sua digestão é mais demorada do que o normal;
2 – Nem o feijão verde nem as suas sementes devem ser comidas cruas.

Composição: rico em: – fibras; – ácido fólico; – proteínas; – vitaminas (B1, B2, B3); – sais minerais ( – ferro; – cálcio; – fósforo; – sódio; – potássio; – zinco).

Valor calórico: 100 gramas de feijão preto cozido fornecem 69 calorias.

Indicações terapéuticas: o caldo de feijão é muito digestivo, nutritivo e muito utilizado na alimentação de crianças, dos pacientes em convalescença, e idosos. Reduz o mau colesterol, devido às suas fibras e, além disso, regula as taxas de açúcar no sangue.

Atenção: Qualquer produto citado neste post não é um medicamento e não substitui o tratamento médico. Terapias citadas neste post não substituem a visita ao seu médico regularmente.

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