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DPOC – Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é um problema que afeta mais de cinco milhões de brasileiros, de acordo com o Ministério da Saúde. Para controlar a doença, todo cuidado com a alimentação é pouco. Quase metade dos pacientes apresenta baixo peso e maior risco de desnutrição. Essas pessoas precisam gastar mais energia para respirar. Tem maiores atrofia muscular pela falta de exercício físico e possuem baixa oxigenação no sangue, fatores que provocam perda de peso e massa muscular. Para repor os quilos perdidos sem sobrecarregar demais os pulmões, é preciso adotar os cuidados que estudos científicos apontam. Além disso vale a pena lembrar que produzimos uma Garrafada Pulmonar composta de mel e ervas especialmente indicadas para o combate às graves afecções pulmonares como a DPOC e o Lambedor Pulmonar para a mesma finalidade.
Mas vamos continuar com as dicas para que possa finalmente respirar melhor e acabar com o cansaço:
Aumentar a ingestão de gorduras e diminuir a ingestão de carboidratos.
Carboidratos, como pães e massas, são necessários para que o corpo tenha energia, mas o excesso deles pode prejudicar o trabalho dos pulmões. Quando são metabolizados, esses nutrientes aumentam a produção de gás carbônico, que precisará ser eliminado pela respiração. Isso significa que o paciente terá que gastar bem mais energia para respirar e eliminar essa quantidade maior de gás carbônico do corpo.
Já as gorduras são as que menos produzem esse gás. Portanto, médicos recomendam balancear a alimentação com gordura e carboidratos para conseguir ter energia sem sobrecarregar demais os pulmões. As melhores opções são as gorduras monoinsaturadas e polinsaturadas, encontradas em óleos vegetais, castanhas e abacate. A melhor gordura para todo e qualquer paciente com DPOC é o azeite de Oliva, cru, sendo utilizado sobre o alimento já no prato. Devem evitar frituras e comidas muito oleosas devido a serem a porta de entrada para cardiopatias.
Comer na medida certa
O excesso de calorias ingeridas tem o mesmo efeito de consumir muitos carboidratos, forçando um trabalho maior dos pulmões. Já a pessoa que come menos do que o corpo precisa terá falta de energia, que é obtida por meio dos alimentos, e mais dificuldade para respirar. Portanto, nada de comer demais ou de menos – o ideal é comer apenas o suficiente.
Não exagerar na ingestão de líquidos
Mas dê preferência a sucos cítricos: acerola, laranja, limão, abacaxi todos sem adoçante artificial e sem açúcar. Você acostuma depois de 5 dias. Esse cuidado é necessário para pessoas que apresentam um quadro grave de DPOC junto a uma insuficiência cardíaca. O paciente com a doença pulmonar tem uma redução dos níveis de oxigênio do sangue, o que provoca uma sobrecarga do coração, principalmente na parte direita que está em contato com a função pulmonar.
Esse lado do coração, com o tempo, aumenta de tamanho e passa a trabalhar com menor eficácia. O resultado disso é um maior acúmulo de líquido no organismo, com inchaço nos membros inferiores, aumento do fígado, entre outros sintomas. Quando isso acontece, o paciente precisa evitar beber muito mais líquido do que realmente precisa para não piorar o quadro
Limitar o consumo de sódio
A explicação é parecida com a do consumo de líquidos em excesso. O sódio em grandes quantidades causa retenção de líquidos no corpo. Quando há muito sódio, os rins trabalham demais e provocam uma retenção de água no organismo. Esse aumento de líquido aumenta o volume de sangue e força o coração a trabalhar mais, algo perigoso ao paciente com DPOC grave que tem o coração prejudicado.
Manter níveis adequados de fósforo e proteínas
Esses dois nutrientes são importantes para fortalecer a musculatura dos pulmões, facilitando o movimento de entrada e saída do ar que respiramos. A falta de fósforo e proteína no organismo pode agravar a perda de massa muscular e provocar uma piora no quadro de DPOC. Além disso, as proteínas ajudam na síntese de anticorpos chamados imunoglobulinas, que agem na prevenção de infecções respiratórias. Leite de soja, carne vermelha (01 X por semana), aves, peixes e ovos são boas fontes desses nutrientes.
A maior parte do fósforo, cerca de 60%, vem do leite, carne bovina, aves, peixes e ovos. Outros alimentos ricos em fósforo são: cereais, leguminosas, frutas, chás e café.
Fonte e mg
Queijo tipo parma 781
Queijo tipo prato 630
Castanha-do-pará 577
Amêndoa 485
Castanha de caju 462
Queijo tipo minas 430
Amendoim 409
Carne de aves defumada 394
Avelã 337
Carne magra de porco 226
Ovo de galinha 222
Ovo de pata 220
Leite condensado 206
Carne magra de galinha 203
Carne de Siri 192
Carne bovina gorda 180
Carne gorda de porco 188
Alho 134
Cogumelo 116
Tamarindo 108
Leite de vaca, in natura 102
Pimenta 101
Leite de vaca, pasteurizado 96
Quiabo 90
Figo 60
Açaí 58
Jenipapo 58
Abacate 47
Laranja 21
Limão 15
Maçã 12
Comer quantidades pequenas várias vezes ao dia
Fazer de cinco a seis refeições por dia (três principais e outras intermediárias) permite que o corpo tenha sempre energia para poder fazer as mais diversas funções, entre elas respirar. Além disso, o hábito evita a desnutrição. Vale lembrar que perder peso agrava o quadro de DPOC e merece muito cuidado.
Evitar ou diminuir a ingestão de alimentos que fermentam
Alimentos que provocam desconforto e distensão do abdômen podem dificultar a respiração. Essa expansão do estômago dificulta a contração do diafragma, que é o principal músculo da inspiração.
Gases intestinais podem causar grande desconforto porque provocam distensão abdominal. Além disso, em determinadas circunstâncias, podem trazer constrangimento social.
O ar engolido ou os gases formados no aparelho digestivo podem ser expelidos por via oral (arroto) ou via anal (gases intestinais ou flatos). A maior parte deles, no entanto, é produzida no intestino por carboidratos que não são quebrados na passagem pelo estômago. Como o intestino não produz as enzimas necessárias para digeri-los, eles são fermentados por bactérias que normalmente ali residem. Esse processo é responsável pela maior produção e liberação de gases.
Em alguns casos, por fatores genéticos ou porque adotaram uma dieta saudável com pouca gordura, mas rica em fibras e em carboidratos, algumas pessoas podem produzir mais gases. No entanto, a maioria das queixas parte de pessoas que produzem uma quantidade que os gastrenterologistas considerariam normal. Estudos demonstram que, em média, um adulto pode expelir gases vinte vezes por dia. De qualquer modo, há como prevenir a maior formação de gases.
Recomendações
Dieta é a palavra-chave para reduzir a produção de gases, uma vez que é impossível eliminá-la totalmente:
* Leguminosas como feijão, ervilhas, lentilhas e soja, entre outras, são causadoras de gases. Ricas em carboidratos não absorvíveis, as leguminosas tendem a fermentar no intestino. Eliminá-las totalmente da dieta pode não representar uma boa solução porque constituem uma fonte importante de proteínas, fibras e outros nutrientes. Uma dica prática e com bons resultados, por exemplo, é deixar o feijão de molho durante a noite. No dia seguinte, a água deve ser trocada por outra antes de cozinhá-lo bem, pois amido mal cozido aumenta a produção de gases;
* Intolerância à lactose é outra causa importante de flatulência;
* Algumas pessoas notam aumento na produção de gases quando ingerem comida ou sucos adoçados com açúcar de frutas (frutose) ou adoçante artificial à base de Sorbitol. Nesse caso, esses produtos devem ser evitados;
* Reserve um tempo tranquilo para as refeições. Mastigue bem os alimentos. Engolir a comida sem mastigá-la direito e às pressas atrapalha a digestão e o bolo alimentar pode chegar ao intestino sem estar digerido adequadamente;
* Procure não falar muito durante as refeições para diminuir o volume de ar deglutido;
* Prefira alimentos ricos em fibras e beba bastante líquido, pois isso facilita o trânsito intestinal. A obstipação retarda a passagem da comida pela parte inferior do aparelho digestivo, provocando maior fermentação dos alimentos e, conseqüentemente, maior produção de gases;
* Preste atenção, no seu caso específico, aos alimentos que podem estar associados a gases. Algumas pessoas reagem mal à farinha (pães, massas, etc.), batata doce, cebola, rabanete, aipo, berinjela e germe de trigo. Alguns vegetais como repolho, brócolis, couve-flor e couve-de-bruxelas, acusados de aumentar a produção dos gases, têm seu consumo recomendado pela Sociedade Americana de Câncer;
* Andar é sempre saudável, pois estimula os movimentos intestinais.
Evitar embutidos e carne defumada
Um estudo Americano publicado no American Journal of Repiratory and Critical Care Medicine apontou que os nitritos presentes em alimentos embutidos ou defumados, como salame, presunto e peito de peru, podem piorar a função pulmonar. Dos 7.352 participantes do estudo, com idade igual ou superior a 45 anos, aqueles que consumiam esses alimentos com mais frequência corriam um risco maior de desenvolver DPOC. Segundo os pesquisadores, os nitritos provocam sérios danos aos pulmões e merecem ser evitados.
A reabilitação pulmonar não cura a doença pulmonar, mas ela pode ensiná-lo a respirar de uma maneira diferente para que você possa se manter ativo.
Exercícios ajudam a manter a força muscular nas pernas.
Caminhe para se fortalecer. Nade para melhorar sua disfunção respiratória.
O objetivo da natação para pacientes com alguma disfunção respiratória é desenvolver o controle respiratório, maximizar o sistema cardiovascular-respiratório e a expansão pulmonar (NIETO et al, 1979), contribuindo assim para a melhoria dos parâmetros fisiológicos dos indivíduos.
A natação atua maximizando a fase expiratória do paciente, sendo certo também que o ambiente úmido da piscina propicia uma melhor condição de exercício para portadores de DPOC, segundo MOISÉS, MP (1989), pois permite a inalação de ar umidificado o que é benéfico para a patologia.
•Caminhe aos poucos. Inicie com 15 minutos de ida + 15 de volta.
•Aumente lentamente a distância percorrida de uma semana para outra.
•Evite conversar durante a caminhada se você sentir falta de ar.
•Inspire pelo nariz e expire pela boca.
•Respire com os lábios franzidos durante a expiração (esvaziar os pulmões antes de respirar novamente)
Coisas que você pode fazer para facilitar isso para si mesmo em casa incluem:
•Evitar ar muito frio
•Certificar-se de que ninguém fume em sua casa
•Reduzir a poluição do ar eliminando fumaça de lareira e outras substâncias que causam irritação
•Evite morar em cidades extremamente poluídas ou com ar muito seco.
•NO seu caso, morando em Brasília, precisa de umidificador no cômodo em que estiver.
•Pingue 02 gotas de água mineral natural em cada narina assim que sentir o início do ressecamento da mucosa nasal.
•Beba ao longo do dia pequenos goles de água e umedeça seus lábios constantemente. Assim evita ter sede maior.
Alimentação para quem tem DPOC: Reforçando
Faça uma dieta saudável com peixe, frango e carne magra, bem como frutas e vegetais, os produtos das abelhas: mel, própolis e pólen ajudam muito.
INDICAÇÃO FITOTERÁPICA PARA DPOC
Tratamento de no mínimo 06 meses
Fitoterápicos para 01 mês:
Floral Broncodilat 02 para fazer inalação diária com: 04 ml de soro fisiológico e 8 gotas do extrato. 02 X dia: Manhã e noite. Após fazer a inalação tomar 30 gotas em 100 ml de água (se achar muito forte aumente para 150 ml de água, lembrando que você não pode tomar muita água) 02 X dia – Manhã e noite. Precisa de 02 por mês. Tratamento de 6 meses aproximadamente.
Lambedor Pulmonar (03) : Tomar 01 colher de sopa 03 X dia. Não beber ou comer depois de usar por pelo menos meia hora. A última colherada deve ser na hora de deitar.
Extrato Floral Pulmonil (03) : 30 gotas em 200 ml de água às 07 – 14 e 21 horas.
03 Litros de Composto de Babosa com mel: Modo de usar: 50 ml do composto diluído ou não em água natural em jejum. 01 X ao dia.
Garrafada Pulmonar (02): 50 ml do composto diluído ou não em água natural às 08 e às 21 horas – 02 X ao dia.
INDICAÇÃO NOSODIOTERÁPICA PARA DPOC
Tratamento Completo : 01 ano
CONSTITUCIONAL:
04 Bach Nº___ : É ele que prepara o organismo para a entrada dos nosódios. Daí os nosódios só poderem ser tomados 24 horas a partir da toma do 1º Bach Nº___. O Bach é numerado de acordo com a forma física e traços característicos da personalidade do cliente, a numeração vai de 01 a 10 e depende da idade, peso e altura da pessoa. Preciso que envie estes dados pelo e-mail [email protected] para que possamos fazer uma indicação precisa.
São necessários 04 frascos de Bach Nº____:
O 1º deve ser tomado no dia seguinte ao recebimento dele, pois será diluído em 50 ml de água e tomado em jejum.
O 2º deverá ser agendado para tomar da mesma forma 03 meses após o 1º.
O 3º deverá ser agendado para ser tomado de igual forma após 06 meses do primeiro.
O 4º deverá ser agendado para ser tomado de igual forma após 09 meses do primeiro.
NOSÓDIOS:
05 frascos do Nosódio Pulmão : É utilizado nos casos de enfisema, tosse crônica, pneumonia aguda, bronquite, bronquite crônica de fumantes e não fumantes e demais doenças do pulmão. Modo de Usar: 05 gotas em um copo de água natural pela manhã e à noite.
05 frascos do Pneumo Nosódio – Drenador: É utilizado para drenar sintomas respiratórios: asma, bronquite, bronquite crônica de fumantes e não fumantes pneumonia, enfisema, tosse e etc. Modo de Usar: 05 gotas em um copo de água natural pela manhã e à noite.
RESUMINDO: Dar um intervalo de 15 a 20 minutos entre um nosódio e outro.
Conselho: Siga o tratamento Fitoterápica e o Nosodioterápica para que possa ajudar a resolver seu problema, mas siga as indicações contidas no texto para que sejam coadjuvantes na busca da recuperação pulmonar de que você precisa.

Atenção: Qualquer produto citado neste post não é um medicamento e não substitui o tratamento médico. Terapias citadas neste post não substituem a visita ao seu médico regularmente.

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