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Diabetes – Ajudando a controlar parte VI: Bebida alcoólica

Parece difícil, mas não é o controle da diabetes e da bebida alcoólica. Para muitos, épocas festivas lembra também cardápios especiais, regados com um bom vinho e sobremesas deliciosas de chocolate. Por isso, estamos divulgando aqui site WWW.alojadochadearacaju.com.br cardápios especiais. Mas como fica a vida dos diabéticos diante de tanta comida calórica e bebidas alcoólicas? Quais cuidados que os portadores de diabetes deverão ter para não gerarem complicações para suas saúdes? A Loja do Chá de Aracaju também se preocupa com o bem-estar desse público.

Segundo a Associação Americana de Diabetes (ADA), o consumo máximo diário de bebida alcoólica para os homens deve ser de até duas doses de álcool (30 ml) – o equivalente a duas taças (de 125 ml cada) de vinho tinto ou uma garrafa de cerveja – e, para mulheres, até uma dose (15 ml). "As mulheres devem consumir a metade da indicação dos homens, porque possuem menor quantidade de água corporal para a distribuição do álcool e também menor capacidade de metabolizá-lo no estômago". Vale destacar que essa recomendação da quantidade de ingestão de álcool se refere a todas as pessoas, diabéticas ou não. Isso porque o excesso de álcool é capaz de prejudicar o fígado, elevar a pressão arterial, aumentar o nível de triglicérides e as taxas de açúcar no sangue.

Alertamos ainda que o diabético deve tomar cuidado redobrado para evitar episódios de hipoglicemia após a ingestão de álcool. "Enquanto o fígado não eliminar todo o álcool, a glicose não será produzida e a queda do nível de glicose, nessa fase, pode ter como conseqüência a hipoglicemia". Para prevenir uma crise, só consuma bebida alcoólica junto com a refeição ou após um lanche. Dessa forma, a absorção do álcool é retardada.

Mas por que a bebida alcoólica interfere na glicemia? Em condições normais, quando o nível de glicose no sangue cai muito, o fígado transforma o carboidrato armazenado no organismo em glicose e joga esta glicose na corrente sangüínea, evitando a hipoglicemia. Mas, quando há consumo de álcool, o organismo reage como se ele fosse um "veneno" e o fígado trabalha para eliminá-lo rapidamente do sangue. É por esse motivo que o fígado não produzirá glicose até finalizar o metabolismo do álcool. E, se o nível de glicose cair nesse período, a queda poderá ser muito rápida, causando a hipoglicemia.

Outra dúvida muito comum é sobre a combinação de bebidas alcoólicas com remédios – prescritos a muitos diabéticos, em geral, essa combinação deve ser evitada e o medicamento deve ser ingerido com água e não com bebida alcoólica. Um medicamento antigo prescrito aos diabéticos, chamado Diabinese (clorpropamida), integrante da primeira geração das sufoniluréias, pode causar mal-estar intenso quando associado ao álcool.

Calorias vazias
Um aspecto importantíssimo sobre a bebida alcoólica é o alto índice calórico: cada grama de álcool fornece sete calorias – contra quatro de carboidratos e proteínas. É aí que mora mais um perigo ao diabético. O álcool interfere na glicemia porque tem carboidrato e calorias. Por isso, precisa entrar no cálculo da contagem de carboidratos. O álcool também é contra-indicado para quem tem alta taxa de triglicérides, uma complicação clássica de diabéticos: Como a bebida é fonte de carboidrato, sua ingestão favorece a produção dessa gordura que, em excesso, leva a problemas cardiovasculares.

Além disso, o álcool é um exemplo de fonte de calorias vazias, isto é, alimentos que proporcionam apenas energia ao organismo, sem conter nutrientes importantes. Em contrapartida, isso não significa que as bebidas alcoólicas não façam bem à saúde. Pesquisas apontam que, ao serem consumidas com moderação, sobretudo o vinho tinto, estão associadas a um menor risco de doenças do coração. Não há dúvida de que o vinho tinto é a bebida mais indicada para o diabético controlado apreciar. Há um estudo mostrando que a ingestão moderada de álcool diminui o risco de mortalidade por doenças cardiovasculares em diabéticos e não-diabéticos. O diabético deve evitar as bebidas alcoólicas adocicadas, como licores e vinhos doces.] e lembrar-se de que os destilados têm maior teor de álcool.

Corpo e mente
Alimentação e consumo de álcool são questões consideradas delicadas pela maioria dos diabéticos. Envolvem cuidados e, muitas vezes, privações de dois grandes prazeres do ser humano: Comer e beber.
A medicina tem avançado no sentido de evitar proibições e permitir que as pessoas não se sintam diferentes por causa da doença. Quanto menos restrição, melhor será o tratamento, mas é por esse motivo que repito ao diabético: coma direito, faça atividade física regularmente e meça sempre a glicemia. Essa é a garantia para aproveitar os prazeres da vida.
Mas é preciso saber lidar com a pressão social que associa as bebidas alcoólicas a comemorações, homenagens, celebrações. São situações que pressupõem um bem-estar, permitindo a liberação de substâncias que geram prazer, como as endorfinas, no entanto, é preciso ter em mente que o importante é pertencer a um grupo e o que vale não é o conteúdo do copo.

Sob o ponto de vista psicológico e emocional, a ingestão de álcool não é algo recomendável. Entretanto, a partir do momento que se escolhe ingeri-lo há que se considerar qual o objetivo do uso (social, fuga, tristeza, solidão, entre outros) e a capacidade de livre arbítrio em interromper. O problema se torna patológico quando a ingestão vira obrigação, gerando uma necessidade e até a escravidão da pessoa.

Existe também a possibilidade de o diabetes interferir em questões psicológicas e favorecer situações de estresse, ansiedade e depressão. De acordo com a psicóloga, toda pessoa portadora de uma doença crônica pode apresentar uma hiperatividade emocional. É comum o paciente diabético acreditar que, se a doença não tem cura, suas chances para uma vida prazerosa estão limitadas, contribuindo para o isolamento social, o que pode favorecer um quadro depressivo, mas isso acontece, sobretudo, com pacientes que encaram a vida social de forma distorcida. O vínculo afetivo não é estabelecido pelo que as pessoas comem, bebem ou deixam de beber, e sim pelo que elas são.

ATENÇÃO: Nosso organismo tem por regra deixar de fazer efeito quando acostuma-se a uma medicação, e isto acontece no caso do diabetes. Visando corrigir este, digamos, defeito, a Loja do Chá de Aracaju tem disponível alguns produtos para o controle do diabetes. Vale alternar o uso entre eles, justamente para que o organismo não se acostume a nenhum e continue controlando perfeitamente seu nível de glicemia. Veja os produtos:

1 – Dijapadie – Floral Especial

2 – Diabejam – Floral Especial

3 – Diabelina – Floral Especial

4 – Floral de Picão Preto – Deve ser usado em conjunto com um dos Florais Especiais, quando o nível glicêmico for muito alto.

5 – Floral de Pata de Vaca – Deve ser usado em conjunto com um dos Florais Especiais, quando o nível glicêmico for muito alto.

6 – Floral de Amora – Se for uma MULHER DIABÉTICA este Floral deve fazer parte de qualquer um dos outros, sendo alto ou não o nível glicêmico.

O exercício é indicado para as pessoas de um modo geral, inclusive para os portadores de diabetes. Assim, é conveniente que se torne um hábito, mesmo que seja em pequena escala. Mas lembre-se: antes de começar um exercício, procure orientação médica.

Veja esta tabela e lembre-se: Não é porque algo é bom que aumentar a dose ou o pedaço o fará melhor. Analise bem e se puder, escolha a bebida de sua preferência e obedeça a dose. Para diabéticos convém lembrar que a menos danosa é o vinho tinto.

Tabela Bebidas para Diabéticos

Atenção: Qualquer produto citado neste post não é um medicamento e não substitui o tratamento médico. Terapias citadas neste post não substituem a visita ao seu médico regularmente.

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