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Açúcar x Adoçante Artificial

Este assunto é alvo de discussão na busca por uma alimentação mais saudável , Existe um artigo circulando na Internet fazendo um alerta sobre o consumo de Aspartame que é uma substância adoçante referida na Conferência Mundial do Meio Ambiente e Fundação da Esclerose Múltipla.

O artigo escrito pela Drª Mancy Marckele, da FIORUZ, dá conta que a causa principal da Esclerose e Lupus Sistêmico, além do Alzheimer no seu país (EUA), podem estar associadas ao consumo de Aspartame, adoçante conhecido também por Nutrasweet, Equal, Zerocal e Spoonful.

Portanto, a mensagem sobre os perigos do Aspartame corre célere, sendo uma das mais difundidas na Net, envolvendo interesses comerciais desde os da própria Monsanto e NutraSweet aos dos fabricantes de produtos naturais ou alternativos.

Alerta: tanto o uso excessivo quanto o uso contínuo dessas substâncias podem causar problemas ao organismo.

Hoje em dia, é muito difícil de se encontrar uma pessoa que não cometa o pecado da gula ao se deparar com uma bela sobremesa. Afinal, nada mais prazeroso para o paladar do que um saboroso doce não é mesmo?

No entanto, para os adeptos de uma alimentação saudável e para os preocupados com o bem-estar do corpo, essa tentação pode representar grandes problemas. O açúcar sempre foi o inimigo número 1 das dietas. Já o adoçante, que por muito tempo foi considerado uma alternativa salvadora, começa a apresentar problemas devido a sua composição química. Em meio a esse debate, procuramos as principais características dessas duas opções.

Açúcar
Não é de hoje que o açúcar é visto como o grande vilão das dietas alimentares. Embora seja um alimento natural e saboroso, ele é caracterizado pelo seu altíssimo índice glicêmico. "Essa característica prejudica toda a comunicação das células, aumenta o envelhecimento precoce, aumenta a flacidez, por desestruturar o colágeno da pele, e ainda é uma caloria vazia, isto é, possui calorias, porém é desprovido de nutrientes", explica a nutricionista Daniela Jobst.

Adoçante
Considerado por muito tempo o mocinho das dietas pelo seu baixo índice calórico, o adoçante começa a ser dispensado devido a seqüelas que sua composição química deixa no organismo. Isso porque os adoçantes são alimentos sintéticos, químicos, que, quando ingeridos, são metabolizados pelo organismo, formando uma substância tóxica chamada formaldeído. "Isso acontece principalmente com o Aspartame. Essa substância é altamente tóxica e relacionada entre outras coisas com cânceres", afirma Daniela.
Assim, em 1996 foi aprovado o seu uso em todos os alimentos e bebidas. A FDA concluiu mesmo que o Aspartame era seguro para a população geral, incluindo diabéticos, gestantes, lactantes e crianças. No entanto é de considerar hoje o resultado do estudo que aponta a nocividade no Aspartame. Pessoalmente não sou apologista desta substância artificial como adoçante, prefiro o mel, o malte, ou o açúcar mascavo (integral).

Outras opções
Vale lembrar que esses efeitos ocorrem com o uso excessivo e contínuo desses produtos. Mas para quem, ainda assim, prefere encontrar outras opções de alimentos doces e menos agressivos, seguem algumas sugestões:
• Açúcar mascavo:
Seria uma opção mais saudável, por não ser refinado, isto é, mantêm alguns nutrientes perdidos no processo de refinamento do açúcar branco. Porém, ainda possui alto índice glicêmico, podendo levar ao diabete, dentre outras doenças.

• Adoçantes naturais:
Segundo a nutricionista, são as opções mais saudáveis, já que são livres do aspartame e das calorias. No mercado, pode-se encontrar adoçantes naturais, como a sucralose, derivada da cana-de-açúcar, e a stevia, derivada da planta de mesmo nome. "O importante é sempre trocar os adoçantes, para que o organismo não receba sempre a mesma substância", orienta Daniela.

Atenção: Qualquer produto citado neste post não é um medicamento e não substitui o tratamento médico. Terapias citadas neste post não substituem a visita ao seu médico regularmente.

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